
O participante defende a atuação das comunidades terapêuticas acolhedoras na recuperação de dependentes químicos, destacando a importância da distinção entre essas entidades e clínicas involuntárias. Argumenta pela necessidade de transversalidade na política sobre drogas, priorizando a assistência social e a justiça em detrimento da saúde, além de enfatizar a necessidade de maior comunicação digital para fortalecer o movimento.
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