
A Comissão Nacional de Segurança Química questionou o impacto ambiental e sanitário dos incentivos fiscais bilionários concedidos à indústria petroquímica, destacando a necessidade de alinhar políticas econômicas com objetivos de proteção ambiental, saúde e direitos humanos.
A Comissão Nacional de Segurança Química alerta para os graves impactos ambientais do uso de plásticos descartáveis, classificando o modelo como um ecocídio e defendendo a necessidade de medidas mais abrangentes além da simples proibição de plásticos de uso único.
A Comissão Nacional de Segurança Química defende a urgência em classificar o plástico como resíduo perigoso, destacando a presença de substâncias tóxicas e os impactos à saúde humana e biodiversidade. Defende a necessidade de reduzir a produção global de plástico, criticando a morosidade das negociações internacionais e clamando por políticas públicas integradas que priorizem a ciência, a transparência e a participação da sociedade civil.
© 2026 O Congresso.
Todos os direitos reservados.