
A CHEFE DE RELAÇÕES INSTITUCIONAIS DA CONFEDERAÇÃO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA DO BRASIL defendeu que a liderança feminina e a autonomia econômica dependem, fundamentalmente, do autoconhecimento e da inteligência emocional. Destacou a necessidade de superar bloqueios internos e autossabotagem para exercer uma representatividade eficaz, utilizando a sensibilidade feminina como ferramenta para construir pontes, dialogar e promover soluções no ambiente profissional e social.
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