Draurio Barreira

Draurio Barreira

Ministério da Saúde

2 falas em 1 audiência da Câmara dos Deputados em 2026

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14 de abr, 18:50

COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS, MINORIAS E IGUALDADE RACIAL

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Tabii ki diyeb... Agradecer a todas as manifestações de solidariedade, a deputados, companheiros do Movimento Social. Ve vou aqui comentar duas perguntas objetivas que o Rodrigo fez. ve İzlediğiniz için teşekkür ederim. İzlediğiniz için teşekkür ederim. İzlediğiniz için teşekkür ederim. Bir sonraki videoda görüşmek üzere. İzlediğiniz için teşekkür ederim. Bir sonraki videoda görüşmek üzere. Bir sonraki videoda görüşmek üzere. İzlediğiniz için teşekkür ederim. Bir sonraki videoda görüşmek üzere. O medicamentos de prevenção, eles precisam ser mais baratos que os medicamentos de tratamento. -Buyla, bu konuda, bu konuda. -Buyla, bu konuda, bu konuda. -Buyla, bu konuda, bu konuda. -Buyla, bu konuda. ve bir Aids. Yani 42:1, bu da bir preveliçinin üstü. Bu bir sorun. Ve bu sorun. Bersanez çok açık. Biz de bu prefi alınmaktadır. Biz de bu prefi alınmaktadır. Biz de bu prefi alınmaktadır. de tratamento. ve o mesmo prenses que a gente paga hoje, e não tem justificativa para não ser. İzlediğiniz için teşekkür ederim. ve bu tarzı bilgi veren, İzlediğiniz için teşekkür ederim. ve Merk'in. Eski. Yani, bu konuda, "Yakı M.K.A. M.K.A. M.K.A. Ve bu konferençlar, ve bu konferençlarla ilgili bir konferençlar, ve bu konferençlarla ilgili bir konferençlarımız var. Como vai ser... İzlediğiniz için teşekkür ederim. Ne? ve, portanto, biz de bir sinalizasyon positifizyazı bir sinalizasyonu. İzlediğiniz için teşekkür ederim. Bu bir anayla, çok fria ve çok kuruyoruz. A Conferência do Rio pode ser um marco Obrigado pelo convite e a oportunidade de discutir com todos vocês aqui. Aplausos.

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14 de abr, 17:30

COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS, MINORIAS E IGUALDADE RACIAL

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Deputada, está funcionando? Só uma correção... O Drauzio é meu quase homônimo, mas ele não tem cabelos. Sou Drauzio. Eu vou tirar uma foto com ele para a gente diferenciar. brincadeiras à parte. Eu tenho que falar bem pertinho. Deputada, muito obrigado pelo convite, pela relevância dessa audiência. Quero aqui, para poupar tempo, cumprimentar todos os meus colegas aqui presentes, quem está virtualmente, os representantes também da Guilherme, o Arturo, Rafael. E queria também cumprimentar as pessoas aqui que, na hora que eu cheguei, queria também dizer isso, Aconteceu algo que me tirou um pouco da... normalidade que eu sofri um crime cibernético agora, depois do almoço. Então, quando eu cheguei aqui, eu ainda estava lidando com questões ligadas à delegacia, criaram um perfil fake, com calúnia, enfim. Então, eu estou num momento bem animado. Mas eu queria, retomando a importância dessa reunião aqui hoje, dessa audiência, deputada também, que eu, em respeito à própria ciência, relativizar um pouco o entusiasmo com qualquer droga. seja qual for, seja o Lena Capavir, seja o Cabotegravir, que é outra droga de longa duração injetável, seja uma futura droga que a Merck está produzindo, que é uma pré-pe oral de uma vez por mês. Eu valorizo todas elas, pretendemos no Ministério da Saúde incorporá-las quando possível, quando for factível, mas não há bala... Mágica. Eu quero dar um exemplo da tuberculose, que é uma doença que mais mata no mundo hoje das doenças infecciosas, mais do que o HIV AIDS, que é uma doença que tem diagnóstico há 144 anos, tem remédio... que cura quase 100% dos casos há mais de 70 anos, e continua sendo a doença infecciosa que mais mata no mundo. e tem prevenção, tão boa quanto a PrEP, para tuberculose, naturalmente, e tem vacina, tem a BCG, que todos nós aqui tomamos. No entanto, continua sendo a doença que mais mata no mundo. Então, eu queria também dizer que, tecnologia sem acesso não vale absolutamente nada, porque a gente tem diagnóstico, a gente tem tratamento, a gente tem prevenção, a gente tem vacina, a gente tem tudo para tuberculose e não consegue eliminá-la. Portanto, o HIV não será eliminado com a simples introdução de uma droga nova. É importantíssimo incorporá-la, mas não resolve se a gente não resolver o problema das desigualdades sociais e da iniquidade. Então, dito isso, eu quero dizer que a PrEP, para a gente, no Ministério da Saúde, é uma estratégia absolutamente prioritária. Na nossa gestão de 23, no comecinho, de 23 até 25, conseguimos ampliar 142% o uso da PrEP oral, até 31 de dezembro do ano passado. O que foi, passamos de 55 para 142 mil pessoas. Mas eu queria trazer um dado, e aí, novamente, baseado na evidência científica, que o próprio estudo que mostrou que a Helena Capavia é tão bom o Purpose 1 e o Purpose 2, eles estimaram, na amostra que usou a droga e usou o placebo, para chegar à conclusão que protegeu quase 100% das mulheres na África e que, 99,6% dos outros homens no mundo, inclusive no Brasil, para esse estudo a taxa de infecção era de 2,4%. a média dessas populações. No Brasil, a gente tem uma média de infecção de 0,27%. Então, para a gente proteger a população brasileira toda de não ter infecções... admitindo que as condições do mundo real são iguais às dos ensaios clínicos, o que não é verdade. Mas se todo mundo tomasse direitinho, duas vezes por ano, a injeção do LHPV. A gente precisaria... imunizar 14 milhões e 800 mil pessoas. o que é absolutamente impossível. O Brasil hoje tem, na pré-peoral, 142 mil pessoas. Hoje tem mais, a cidade é de 31 de dezembro do ano passado. Mas veja a disparidade entre o que a gente tem no mundo real, de 142 mil, 150 mil pessoas, e 14,8 milhões de pessoas, para realmente dizer que no Brasil a gente não vai pegar mais HIV, porque todo mundo está... está fazendo profilaxia com o Leandro Capavir. 142 mil pessoas já significam, do orçamento do Ministério da Saúde, do Departamento de HIV e AIDS, 8%. Isso é uma droga que custa... no Brasil, 55 centavos de dólar, e no mundo, 13 centavos de dólar. Portanto, a gente paga aqui mais de três vezes, quatro vezes, o valor que o mundo inteiro paga. Isso para a prep oral, estou falando. A PrEP injetável, a gente sabe o preço do outro produtor, do Cabo Tegravir, que custa 1.200 dólares por ano. Eu estou falando de uma droga que a gente distribui no SUS, que custa 160 dólares e que já contribui com 8% do orçamento do departamento, contra uma que custa 1.200 dólares. hoje é o preço de farmácia do Cabotegravir, e o do Lennon-Cavebir nós não sabemos. Quem sabe tem que assinar um documento para não divulgar. Eu, especialmente, assinei o documento, então eu sei, mas eu não posso falar do preço. Então, o Arturo Della Rosa, a quem eu trato com muito carinho, representante da Guilherme, acho que deve responder a isso, por que A gente precisa ter uma política de sigilo em relação ao preço. Por que não transparência em relação ao preço? do concorrente nós sabemos e já não incorporamos. Inclusive, quero até amenizar a ausência da Conitec aqui hoje, porque não é o momento ainda. o cabotegravir ia submeter... talvez vá submeter a incorporação pela Conitec. E nós, do Ministério da Saúde, dissemos, vocês podem submeter, mas a gente vai votar contra a incorporação, porque o preço que vocês cobram quebraria o sistema. Tá? Não sei... O que dizer do Liana Capavia, porque não podemos falar do preço. Então, outras questões que eu queria levantar são as diferenças. Eu comecei aqui falando das desigualdades sociais, e quero falar aqui do tratamento desigual entre países. Porque o Brasil é considerado, pelo Banco Mundial, um país de média renda. Middle Income Country. A África do Sul também é. A Tailândia também é. E a Gilead fez um acordo com laboratórios indianos e um egípcio Cinco ou seis laboratórios, agora me faltou a memória, Fusana, seis, né? Cinco da Índia e um do Egito, para que esses laboratórios possam vender aos países por 40 dólares por ano. Isso vai ser realidade a partir do primeiro trimestre do ano que vem, em 2027, eles não têm produção ainda. Por que o Brasil foi excluído desse acordo? O Brasil tem a mesma renda que a Tailândia e a África do Sul, mas o Brasil está fora do acordo. Eu só vejo uma razão: Óbvio, comercial. O Brasil tem o SUS. O SUS respeita a Constituição brasileira, que diz que saúde é direito de todos e deveria do Estado. a gente teria obrigação de comprar para todo mundo, o que inviabilizaria completamente o sistema, o sistema único de saúde. Então, concluindo, eu fico pensando... Conversei muitas vezes com o pessoal da Guilherme, a quem eu respeito, e trato com muito respeito, empatia. mas a postura da empresa realmente me causa espécie, porque... o argumento é que não se pode vender por um preço que não se justifique ao produtor americano. Ou seja, o presidente Trump exige que o preço praticado nos outros países seja o mesmo preço praticado nos Estados Unidos, uma vez que o produto é feito lá. Então, A gente está falando da multinacional. A multinacional não tem fronteiras. Os medicamentos que a gente compra de outros laboratórios, não da Guillod, vêm de todos os países do mundo, inclusive daqui. produzidos aqui, mas com royalties para as empresas desenvolvedoras do medicamento. Então, por que não produzir aqui? Acho que o Silvia pode também avançar nessa agenda. Por que não fazer aqui e fazer um preço é factível para o SUS e para a população brasileira. Então, eu vi que já tocou o sinal, eu queria realmente deixar essas mensagens. o quantitativo que nós precisamos. E a gente não pensa que... apenas na população de nicho. A gente entende perfeitamente e queremos expandir para aquelas pessoas que hoje não têm acesso à PrEP. e são, na sua maioria, pessoas extremamente vulnerabilizadas por várias camadas de vulnerabilidade, raça, cor, renda, moradia, estigma, preconceito, Então, são as pessoas... inclusive a população trans é extremamente estigmatizada, e que é uma das menores usuárias percentuais de PrEP, assim como as profissionais do sexo, e assim como várias outras pessoas populações vulnerabilizadas. Então, a gente não quer introduzir, como muitas vezes me foi proposto, para contemplar a população trans ou as profissionais do sexo. Então, a gente vai comprar uma quantidade mínima e tendo... como direito das outras pessoas a usar essa tecnologia, mas não pode ser porque não faz parte daquela população mais vulnerabilizada? A gente quer incorporar em larga escala, mas a gente quer um preço acessível. Obrigado. Obrigada.

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