Reinaldo Feitosa

Reinaldo Feitosa

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15 de abr, 15:11

COMISSÃO DO ESPORTE

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oportunidade de falar sobre esse assunto. Eu quero dar uma ideia. Eu sou o Rinaldo Feitosa, eu sou diretor de marketing do CBCP e fui executivo de marketing do Banco do Brasil e marketing esportivo. A ideia que eu quero dar para o senhor, para esse desafio que o senhor coloca de... buscar mais recursos, o que está faltando no esporte? Que nós Coloquemos para as pessoas que decidem o resultado financeiro que o esporte dá. Nós temos um sistema capitalista. O resultado do esporte, do ponto de vista intangível, todo mundo reconhece subjetivamente. Inclusão, aumento da autoestima, profissionalização... Mas quanto isso rende? Vou dar um exemplo para o senhor. Quando uma empresa contrata uma agência de publicidade para investir em publicidade, ela tem um propósito, exposição de marca. Então se calcula esse valor. No Banco do Brasil, quando a gente entrava com vôlei, transmissão direta, eu tinha um cálculo de cada placa. De resultado que aquele vôlei está dando para a minha marca. Agora o senhor tira o Banco do Brasil e bote governo. Qual o resultado de mídia espontânea de uma Olimpíada? Qual o resultado financeiro de uma mídia espontânea de uma Paralimpíada? Qual o resultado financeiro que um atleta desse... proporciona para o país e ele está financiado por ele com aquela exposição espontânea, que tem mais efetividade do que a exposição paga. Então a gente precisa que, liderado pelo senhor da comissão, que busquemos essa discussão, contratar uma universidade, a FGV, para fazer esse cálculo. E quando o senhor for pleitear aumento de recursos, a justificativa não é mais subjetiva. Olha, nós estamos rendendo, a nossa pasta rende X milhões para o país e o nosso orçamento é esse. No Banco do Brasil, me permita para encerrar, quando nós fomos propor o patrocínio ao paradisporto há 26 anos atrás... Ahem! Veio a trava. Não, o banco não pode patrocinar, porque depois não pode mais sair. Não, porque é social. Não, não. Eu fui para uma justificativa de negócio. Obrigado. Presidente! O Brasil tem, o IBGE dizia, 12% de deficientes físicos no Brasil. A população dá X milhões, 20 milhões. Presidente, para cada um deficiente físico, vamos calcular quatro familiares. Presidente, nós temos um nicho de 50 milhões de pessoas. Nós somos o banco, precisamos saber o que vai fazer com isso. presidente, isso é negócio agora vamos de mídia espontânea o investimento desses milhões nos tais tantos milhões, e era assim que a gente tinha esses cálculos com os outros patrocínios então deputado, para encerrar Quebrar a cuia. Quebra cuia. Por favor, me ajude. Por favor, me ajude não. Por favor, me reconheça. Que nós efetivamente estamos, nós aqui agora com esse fórum, estamos diariamente proporcionando resultados econômicos para o país. Os recursos que a Caixa passa para nós, os recursos que as BED estão passando para nós, nós estamos devolvendo no banco, o nosso cálculo era 3 dólares para cada dólar investido pelo banco. E não era de publicidade, era com resultado espontâneo. Então, se fizermos esse cálculo que os atletas proporcionam para o país, se fizermos esse cálculo do ponto de vista abrangente, Aí, quando foi discutir orçamento, deputado, o senhor vai mostrar é uma injustiça. do que nós estamos dando de retorno, e não tem favor. Porque quando se fala em recurso para o paradesporto, quando se fala em recurso para o esporte, parece que é um favor. Ah, vamos fazer, vamos botar uma emenda, uma caridade, é tão importante para o jovem, importante para o jovem, não importante, para o país do ponto de vista econômico. Deputado. Obrigado. Aplausos.

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