
3 falas em 1 audiência da Câmara dos Deputados em 2026
에 우리의 주인공은 이곳은 서울에서, 하지만 오늘 우리의 주인공은 여러가지로도, 여러가지로도, 그리고, 아, 대학생들의 인생들도, 그리고 또한 인생들도, 그는 인생들도, 그는 인생들도, 그는 인생들도, 그는 인생들도, 그는 인생들도, 그는 인생들도, 그는 인생들도, 그는 인생들도, 그는 인생들도, 그래서 사람들이, 왜냐하면, 제가 지금 이 시스템을 통해서, 이 시스템을 통해서, 많은 회사와 함께 공개의 공개가 있습니다. 그리고, 제가 공개가 있는 곳에서, 네, 여러분과 소식의 사회에 대한 소식을 통해서 이를 위해 노력을 할 수 있는 것입니다. 그리고 이 시각의 의미가?
Ah sim, eu queria inclusive colocar o Instituto João Clemente à disposição do do ministério, na disposição do James aí Porque, justamente, muitas vezes é a metodologia... Muito do que vocês fazem se aproxima, em alguma medida, do emprego apoiado. mas ele nos apresenta um método, um método que é de fácil, inclusive, replicabilidade, e dá a ideia de que ele é uma metodologia... não é uma tecnologia social E... e que é algo que você já tem uma padronização, inclusive internacional. Porque um dos problemas, e... Isso... é uma realidade em muitas organizações no Brasil, é que a gente muitas vezes fica inventando a roda, você fica... tentando tateando ali como que eu vou fazer, como na verdade a gente já tem. Só para a gente ter uma ideia, nós temos uma organização que é a União Europeia de Emprego Apoiado, que já há mais de 15 anos realiza encontros periódicos para discutir o avanço do emprego apoiado na Europa. Nós tivemos há dois anos atrás Segundo a Conferência Mundial de Emprego Apoiado em Vancouver, no Canadá. Então, você já tem um ferramental, você já tem um... um jeito de se fazer que poderia agregar bastante. E às vezes você nem precisa, por exemplo, de mais equipe. Claro que o trabalho é tão grande que... Quanto mais gente a gente coloca, parece que ainda precisa de mais, porque nós estamos falando de milhões de pessoas. Mas não necessariamente você precisa fazer imensos investimentos para colocar uma metodologia dessa para rodar. Eu acho que, inclusive, esse é um dos pulos do gato do avanço de emprego apoiado, no mundo, né, então, é assim, Queria realmente colocar o Instituto João Clemente à disposição do Ministério e, enfim, de todos os interessados nesse tema aí, porque nós temos um caminho, que não foi inventado por nós, nós fomos buscar o que tinha de melhor e descobrimos essa metodologia e tem dado muito resultado. Eu agradeço a disposição e com certeza vou aproveitar sim. Mas eu tenho que fazer uma colocação.
É um prazer estar aqui representando o Instituto Jô Clemente, queria cumprimentá-la, sempre sublinhando que a senhora tem sido nossa apoiadora já de muitos anos, e é muito bom podermos estar juntos com a senhora aqui, mais essa ação, em prol da inclusão, nesse caso, das pessoas com transtorno espectroautista. O Instituto Jô Clemente é uma organização da sociedade civil sem fins lucrativos, anos. trabalha pela inclusão da pessoa com deficiência, da pessoa com transtorno de espectro autista e doenças raras. Temos aí quatro pilares: saúde, inclusão social, defesa e garantia de direitos, e ensino pesquisa inovação é bom antes de nós temos a principal aqui acho que a nossa colaboração para esse para esse para essa audiência pública é justamente falarmos do emprego do emprego apoiado não é mas antes queria citar em alguns números E inicialmente duas datas, hoje dia 28 de abril é celebrado o dia mundial da saúde e segurança do trabalho pela Organização Internacional do Trabalho e temos agora no dia 1º de maio o dia do trabalho, que é sempre lembrado como uma data muito importante, Hoje no Brasil nós temos cerca de 600 mil pessoas com deficiência trabalhando, segundo os dados da RAE, segundo dados do Ministério do Trabalho e Emprego, contra uma população que só de pessoas com autismo é composta por 2 milhões de pessoas. 2.4, né, 2 milhões e 400 mil pessoas com autismo. Então, nós vemos aí, temos 14 milhões de pessoas com deficiência nos dados atuais de IBGE, 2 milhões de pessoas com autismo e apenas 600 mil, né, efetivamente trabalhando no mercado formal, O que representa cerca de 1% do total dos trabalhadores brasileiros. Então, nós vemos uma discrepância imensa. Nós falamos... E com razão que temos que trabalhar para além das cotas, nós mesmo no Instituto usamos esse... essa expressão, mas é preciso dizer que esse ano celebramos 35 anos da lei de cotas, e que nós não conseguimos cumprir essa lei ainda. Em 35 anos, o Brasil... cumpriu cerca de 50% dessa lei, o que nos chama a atenção para o trabalho que nós temos que reforçar e potencializar de fiscalização de exigir o cumprimento dessa lei porque essa é uma lei de combate à discriminação uma lei muito importante Nós temos... como o bandeira no Instituto João Clemente a metodologia de emprego apoiado né inclusive trabalhamos, temos trabalhado junto com a deputada, pela aprovação do projeto de lei 2020, 190, que desde 2019 pretende instituir como política pública a metodologia do emprego apoiado no Brasil, que é uma metodologia utilizada no mundo inteiro, é uma metodologia baseada em evidências que... cuja comprovação da sua efetividade é largamente demonstrada em diversas pesquisas no mundo todo, e que ainda carece no Brasil de uma política pública. O emprego apoiado... ele tem algumas premissas. Então, a presunção de empregabilidade Ou seja... presumirmos que toda pessoa pode trabalhar, porque afinal de contas o direito ao trabalho é um direito fundamental, desde que a gente ofereça os apoios necessários para que a pessoa possa estar no mercado de trabalho. E uma outra premissa do emprego apoiado é o que nós chamamos de inversão da lógica. Em vez de qualificar para incluir, é incluir para qualificar. Porque nós falamos nesse projeto de lei... aqui o 3080 de 2020, falamos de capacitação, que é uma coisa importante, capacitação, qualificação para todos os profissionais para todos nós que estamos no mercado de trabalho, inclusive para as pessoas com transtorno de espectro autista, mas e nós temos que entender também que o ingresso no mercado de trabalho é para hoje Nós não podemos criar uma sistemática onde a gente, mais uma vez... coloque a inclusão, a colocação profissional... como algo para o futuro. Então, O emprego apoiado, ele preconiza que é preciso incluir para qualificar. Então, o mais rápido possível, nós precisamos... incluir a pessoa no mercado de trabalho e fazer um trabalho para que ela se desenvolva e permaneça a partir do emprego que ela já tem nessa é uma das premissas do emprego apoiado e o Instituto de O Clemente desde 2013 vem trabalhando com essa metodologia é um total êxito nós fazemos em média 500 colocações 500 inclusões por ano usando essa metodologia com uma taxa de retenção de 93%. O emprego apoiado... para quem talvez não conheça ou não tenha ouvido falar um pouco mais detalhadamente, é uma metodologia que nasceu nos Estados Unidos, com o nome em inglês é Supported Employment, e depois espalhou pelo mundo, na Espanha, em pleuco, no apoio, em países europeus, latino-americanos também, e ele já se tornou uma política pública, em vários desses países. Ou seja, a pessoa que precisa... Assim como nós falamos do profissional de apoio em outros ambientes, como na escola... A pessoa, muitas vezes, vai precisar de apoios. para estar no mundo do trabalho. E esse apoio, ele segue... um método, que então foi desenvolvido com três fases basicamente não é o que nós chamamos de descoberta de perfil é entender os pontos fortes interesses necessidades de apoio de cada pessoa o desenvolvimento do emprego que inclui você, como foi colocado, a pouco, você preparar o empregador, você trabalhar... minimizando, fazendo minimamente adaptações razoáveis, ou, se possível, eliminando todas as barreiras, sejam elas... comunicacionais, arquitetônicas, instrumentais, programáticas, e principalmente atitudinais, que é a grande barreira ainda da nossa realidade né e tentando conciliar naquela pessoa que você conheceu através da descoberta de perfil com uma atividade profissional, né, que seja compatível com o seu perfil e que ela receba os apoios para estar lá e depois o acompanhamento pós-colocação, que é fundamental, né, nós temos um... um clichê aqui no Instituto João Clemente, que é o que a gente fala que a inclusão ela sempre estoura na ponta, né? Se você não faz um trabalho de acompanhamento pós-colocação, como nós temos... inclusive um capacitismo estrutural na nossa cultura né muitas vezes essa essa colocação acaba não dando certo porque não foi feito um trabalho de apoio um trabalho de suporte não só para pessoa mas inclusive para o empregador para quem tá liderando a pessoa e o emprego apoiado ele já é política pública nos Estados Unidos a partir da emenda 504 da Rehabilitation Program, ECT, que é de 73, mas passou por uma revisão em 92, temos o decreto... real de 2007 na Espanha enfim existe toda uma legislação no mundo que oferece subsídios para que o emprego apoiado seja uma política pública. Porque quando nós falamos de... tecnologia social ou tecnologias assistivas, muitas vezes a gente pensa nos equipamentos, a gente pensa nos paramentos reabilitacionais, mas tecnologia é também processo. E se você tem públicos que precisam de suporte... para que possam ingressar e se manter no trabalho, a gente tem como papel trabalhar para que isso seja uma política pública que seja disponibilizada para essas pessoas. Então, fechando, não quero me alongar muito, porque a gente se empolga, mas nós temos aí um desafio enorme, que é o cumprimento... da lei de cotas no Brasil, que acho que é um ponto... É uma chave que a gente precisaria virar, uma página que a gente precisaria virar porque uma lei que foi feita de combate à discriminação, se em 35 anos nós não conseguimos tornar ela... uma prática, também não dá para a gente ficar falando que é para além da lei, né? Nós temos que cumprir essa lei, né? E para isso precisamos de fiscalização, né? E precisamos de suporte para que as pessoas que realmente precisam de apoio, que é uma parte significativa das pessoas com autismo e com outras deficiências, elas recebam os apoios que elas precisam, que está além da qualificação. A qualificação é importante, mas ela não é o maior obstáculo... para o ingresso das pessoas... no mundo do trabalho existem pessoas com deficiência que são muito qualificadas e que não conseguem emprego porque enfrentam barreiras né é ainda o problema né dentro de uma perspectiva do modelo social da deficiência e do autismo é entender que essa condição ela interage com diversas barreiras e que se nós não formos capazes de minimizar ou eliminar essas barreiras a gente pode qualificar pode fazer todas as políticas que envolvem principalmente o indivíduo, mas se a gente não trabalhar no meio que é a proposta da metodologia de emprego apoiado, a gente não vai conseguir superar essa barreira da exclusão da pessoa com deficiência, da pessoa com autismo no Brasil, cujo primeiro passo é a gente cumprir uma lei que nós aprovamos a partir... do reconhecimento do direito ao trabalho de todos. Então, queria mais uma vez agradecer, me colocar, colocar o Instituto João Clemente à disposição de todas as pessoas e mais uma vez agradecer a deputada Maria Rosas aí, pelo incentivo e por estar sempre conosco aí nessa luta. Doutor González.
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