
O especialista critica o impacto da financiarização na economia brasileira, argumentando que o arcabouço fiscal e a política monetária de juros altos limitam o desenvolvimento nacional. Ele defende a necessidade de conscientização política e articulação coletiva para enfrentar a captura do Estado pelos interesses do capital financeiro, denunciando a desindustrialização e a falácia da causalidade entre dívida e Selic.
O economista pela UERJ, mestre pela UFF e doutor pela EHESS discute a gestão do fluxo de capitais e da taxa de câmbio pelo Banco Central, criticando a dependência de capitais especulativos e a manutenção de juros elevados como estratégia para controlar a liquidez, o que prejudica a indústria nacional.
O Economista pela UERJ, Mestre em Economia pela UFF e Doutor em Economia das Instituições pela École des Hautes Études en Sciences Sociales critica o processo de financiarização da economia, descrevendo-o como uma máquina de drenagem de recursos públicos e concentração de renda. Defende que o capital financeiro, ao se tornar hegemônico, subordina o setor produtivo, gera instabilidade, mina a democracia econômica e sufoca o desenvolvimento a longo prazo, sendo necessário rever a política de juros e a estrutura do sistema da dívida.
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