
É um prazer estar aqui trazendo um pouco da nossa caminhada. Há quase quatro anos, eu como farmacêutico, recebi esse chamado, esse convite para promover o cuidado integral a curto, médio e longo prazo dos nossos pacientes e os nossos funcionários do Hospital Vila Nova, que é um hospital custeado 100% pelo SUS, aqui na cidade de Porto Alegre. Na minha caminhada de PICS, ela iniciou com o início da minha profissão de farmacêutico, com homeopatia, fiz na Argentina, e aí eu fui fazendo uma caminhada de 35 anos de profissão, abraçar o paciente diferente. Em vez de pesquisar, eu queria atuar. E com isso, as coisas foram se encaminhando e eu acabei, então, me voltando a estudar várias práticas integrativas, né, pra esse pós-aposentadoria, que eu pensei que ia ser mais calmo e acabei virando totalmente, sendo mais trabalhoso que antes. a todo o empenho fornecido e estimulado pelo deputado Giovanni Scherini, e também o grande aval do doutor Dalmolin, presidente da Associação Hospitalar Vila Nova. Então, que viabilizaram a estrutura desse projeto que a gente está construindo há quase quatro anos. Eu tenho que trazer a sinalização de que a gente parte de conceitos, a Organização Mundial da Saúde nos prepara como profissionais da saúde para que nós trabalhamos a doença. Isso está sendo falado em todas as falas. Mas esse olhar de saúde integral, de olhar o indivíduo completo, e eu gosto de dizer, do fio do cabelo ou dedão do pé, desse caminhar, mas isso é difícil, instituir isso dentro de um hospital com características de cuidar, mas não esse olhar de cuidar. projeto inicial antes de iniciarmos com os pacientes e com os funcionários trabalhamos pensando nesse nesses pontos marcantes de promover a saúde olhando o indivíduo de forma humanizada e trazendo as práticas integrativas então essa construção é importante dizer para vocês que ela parece ser a criação de uma área física, a criação de materiais permanentes e materiais de uso que vão ser de consumo. A gente precisou e precisa isso diariamente organizar para que isso funcione adequadamente. Bem, no nosso contexto de 29 práticas integrativas, essas flechas sinalizam o total de práticas que nós estamos exercendo do hospital. Mas a nossa caminhada iniciou com o propósito de trabalhar com feridas, principalmente de pés diabéticos. Uma das complicações maiores que o nosso hospital recebe, que é ter uma complicação da diabética, sabemos todos os impactos a nível mundial da diabetes, o gasto que se tem, e a gente então entrou com a estratégia de um projeto. experimental de osorioterapia, sendo usado várias estratégias terapêuticas, várias vias terapêuticas, protocolos terapêuticos, seguindo Madrid, seguindo Cuba, para que a gente pudesse conseguir consolidar e diminuir o tempo de atendimento desse paciente, menor custo para o hospital, poder usar essas verbas para outros atendimentos e que a gente pudesse favorecer a melhora do paciente de forma integral. mas fomos provocados dentro do hospital a que a gente pudesse crescer um pouco mais. Então, começamos, então, com a parte de feridas, diferentes tipos de feridas, com o tratamento de ozonoterapia, aí entramos com a saúde mental, com o reiki, a compultura, nos trouxe um carinho muito grande, né? Porque quando a gente trabalha nos cuidados paliativos, a gente vai olhar não só o paciente, mas a família. E aí, no final do primeiro ano de trabalho nosso, nós participamos de uma parceria junto com o hospital, que é criar um atendimento aos nossos quase 2 mil funcionários e temos o Hospital Associação Hospitalar Vila Nova com quase 2 mil funcionários. Então foi criado um serviço de cuidando de quem cuida e nesse serviço nós iniciamos nos primeiros dois meses com uma agenda de atendimento aos funcionários de duas horas, dois horários de atendimento. Ou seja, dois horários de atendimento com uma agenda para uma vez por semana. Hoje, esse atendimento tem agenda de agora disponível de agosto, gente. Cresceu muito. E a gente trabalha cinco dias por semana com o ambulatório. Esse ambulatório cresceu, não ficou só de funcionários, começou a ser atendido aos pacientes que estão saindo do hospital e que foram atendidos por nós. E também nós entramos dentro da oncologia com um olhar, com algumas práticas, claro, sempre em acordo ao grupo, ao serviço, né? Então, com algumas práticas integrativas dentro da oncologia, com reiki, acupuntura e outras práticas associadas aí para que tivesse um benefício. aí, eu disse, eu não posso ficar sem ensinar. E como é que eu vou ensinar? Eu preciso ensinar os facilitadores, a minha equipe de funcionários. Então, o hospital já tinha um trabalho de educação continuada, então nós criamos mensalmente quatro momentos, manhã, tarde, noite, noite A e noite B, cursos de reiki nós estamos no 14º curso nível 1 e o 13º curso nível 2 nós damos o nível 1 e nível 2 e a partir disso também criamos né oficinas mensais de yoga de meditação de bem-estar né com que a gente pudesse avaliar todos os nossos passos. Com isso, nós temos termos de consentimento, temos os protocolos, o fluxo de encaminhamento, respeitando o direito do paciente, a segurança do paciente, e também permitimos que pudéssemos ser avaliados. serviço né para cada um dos pacientes atendidos esse olhar no ambulatório fez a gente pensar né que como é importante a acolhida o acolher faz a diferença do nosso paciente então a nosso o nosso ambulatório ocorre junto com todos os ambulatórios do hospital hoje à tarde que eu até atuo lá e e a Então o paciente se sente, um serviço específico do hospital veio me chamar e dizer, o que vocês fazem de diferente? E eu disse, é a acolhida. Eu disse, eu tenho que aprender isso e eu sou da área da psico, o cara disse para mim, um colega, né? E eu disse, não, é a acolhida, como a gente acolhe? Bem, mas a gente traz essa ideia final que ninguém constrói nada sozinho. nos vamos. E se a gente for pensar, eu aprendi isso muito com uma grande pesquisadora que partiu esse ano, a professora Madel Luz, Obrigado. O sujeito... A gente se emociona, né? Quando lembra dela, quem estudou com ela? Sujeito em sua singularidade e a inserção sociocultural, buscando produzir uma atenção integral. Porque a saúde se olha como um todo. E é isso que eu quis trazer um pouco para vocês, né? Dizendo que se constrói, né? A gente fez uma construção a curto, médio e longo prazo. construção cada vez mais cresce, né? Claro que a gente precisa de incentivos para que isso ocorra, né? E... O nosso hospital e os outros hospitais querem muito o nosso apoio, mas a gente não consegue construir isso em vários hospitais ao mesmo tempo, neste momento. Mas é isso, muito obrigado pela participação e por poder dividir um pouco a experiência com todos vocês. Muito obrigado.
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