
E boa tarde. É só uma correção, do Espírito Santo, Vila Velha no Espírito Santo. Pessoal, eu sou o instrutor de armamento de tiro, sou o diretor de um clube de tiro, e eu participo desse segmento, há 19 anos, há 10 anos à frente de um clube de tiro. Então, eu sei as dores reais que nós enfrentamos diariamente. Em especial, no estado do Espírito Santo. Eu tenho rodado todo o estado do Espírito Santo e conversando com lojistas, com donos de clube, nós sabemos que as dores são exatamente as mesmas. E nós temos aí uma morosidade processual, uma burocratização que, na minha opinião... desnecessária, porque nós estamos tratando com cidadãos de bem. São homens e mulheres que são pais e mães de família. Quem aqui já teve oportunidade de visitar um clube de tiro sabe que não é só para atirar. O clube de tiro é um ambiente familiar. Na maioria dos clubes de tiro que nós visitamos, que nós conhecemos, todos têm parquinho para as crianças, tem restaurante. Então é um ambiente, de fato, muito prazeroso de estar. E, além disso, o segmento armamentista, ele não envolve somente atiradores. ele envolve instrutores, despachantes, lojistas, donos de clube, atletas, e também aquele cidadão que busca arma de fogo para defender a sua vida e a vida dos seus familiares. Então, nós estamos vivendo... Nós estamos vivendo um momento onde esse cidadão... ele é imposto como um criminoso para a sociedade. Então, eu quero parabenizar a todos os senhores que estão aqui pleiteando a melhora em todo por todo o nosso segmento. Quero agradecer também ao presidente... Rodrigo Dazaelle, o convite. E obrigado mais uma vez a todos que lutam pelo nosso segmento. Obrigado. Que agradeço.
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