
A Conselheira do Conselho Federal de Medicina alerta que mulheres apresentam maior mortalidade e gravidade em casos de infarto, destacando fatores biológicos, o atraso no reconhecimento dos sintomas e a necessidade de políticas públicas e treinamento especializado para reduzir disparidades na saúde cardiovascular.
A Conselheira do Conselho Federal de Medicina aborda a alta mortalidade por infarto agudo do miocárdio em mulheres, explica o processo fisiopatológico da doença e enfatiza a necessidade de diagnóstico e tratamento rápido por meio de desobstrução arterial.
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