
O Professor do Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade de São Paulo (IEB-USP) discorre sobre a obra do geógrafo Milton Santos, destacando sua análise crítica sobre o papel da técnica e do fenômeno tecnológico na organização social e territorial. Aponta que, diferentemente de visões apocalípticas ou tecnófilas contemporâneas, o autor defendia o papel da política e dos "homens lentos" como forma de resistência e emancipação diante da aceleração tecnológica e do tempo ditado pelo sistema técnico-científico-informacional.
© 2026 O Congresso.
Todos os direitos reservados.