
O Presidente - Associação Nacional de Desporto para Deficientes expressa satisfação ao encontrar atletas oriundos da mesma região que uma parlamentar.
O Presidente - Associação Nacional de Desporto para Deficientes discute a inclusividade da modalidade de bocha paralímpica, explicando o sistema de classificação dos atletas conforme o grau e tipo de deficiência.
Depois eu faço para você. Boa tarde a todos. Eu sou o Erinaldo, mais conhecido como PIT. Vou aproveitar para saudar a deputada Isa e aí sim saudar todos que estão aqui, agradecer a presença, agradecer terem convidado a gente, a ANTE, para estar aqui junto com o CPB, para a gente apresentar um pouco do nosso planejamento para Los Angeles, 2028. Eu vou fazer minha autodescrição aqui, eu sou uma pessoa de mais ou menos 1,74m quando acordo, durante o dia a gente dá aquela diminuída, né? Estou usando um terno preto, cabelos já foram pretos, um pouquinho mais grisalhos, tem barba e tem um sinal... para os surdos, que é esse sinal aqui. que é o sinal que Quer dizer o meu nome, né, Pitty? Feito isso, eu vou tentar ser... o que eu preparei para a gente falar aqui hoje, né? Uma parte mais técnica, principalmente da nossa associação, né? Que é a Associação Nacional do Desporto para Deficientes, é uma associação das mais antigas do movimento paralímpico do mundo. aqui do Brasil, ela está com 50 anos, eu estou presidente desde 2025, Tenho muita honra de estar fazendo parte desse movimento. A nossa associação é responsável por uma modalidade paralímpica, que é a bocha paralímpica, que vocês vão ver, é a modalidade mais inclusiva. Temos até que falar da sua cidade. Vitória de Santo Antão é um polo da Bocha Paralímpica, temos pessoas que trabalham lá, fazem ciência, né? Saulo trazendo a IA para a Bocha Paralímpica pela primeira vez com o trabalho de Saulo, que é de Vitória de Santo Antão. E a campeã mundial que a gente tem aqui no Brasil, né? Andressa é... do país Pernambuco. Como a senhora falou, a gente tem uma campeã mundial de bocha que vem de Pernambuco e está indo para o próximo mundial agora. para disputar o bicampeonato mundial. Dito isso, além da bocha, nós também administramos o futebol PC, que é o futebol para paralisados cerebrais, que é o futebol físico, que foi modalidade paralímpica até 2016, até o Rio 2016, saiu do programa, agora estava no programa para pan-americano. até o último Parapan, não está no programa de Lima e por isso não faz parte mais do programa dos Jogos Paralímpicos, mas continua vivo, a gente continua mantendo com campeonatos, com calendário e com uma série de ações para o futebol PC. que é também é importante lá para a nossa associação. Bem, dito isso, eu vou seguir aqui na parte... que eu preparei para vocês, só para dar uma contextualizada, o Brasil é uma potência histórica nessa modalidade, temos medalhas desde 2008, quando a gente conquistou a nossa primeira medalha lá na participação em Pequim, e viemos medalhando até Paris. Paris, a gente, por um... Uma infelicidade não medalhamos, mas somos uma modalidade reconhecidamente, e o Brasil é reconhecidamente um país potência na modalidade. A gente tem, entre todos os atletas que representam as nossas seleções, a gente tem atletas top 10 de todas as categorias, tanto masculino quanto feminino, nos dois gêneros. A gente tem resultados, que é um ponto importante, e é uma estratégia do Comitê Paralímpico Brasileiro, fazer o processo de renovação para que a gente tenha novos atletas no futuro representando o Brasil. Temos uma seleção permanente com resultados muito expressivos. E aí vai uma outra parte importante, uma política que a ANDI tem feito junto com a Federação Internacional trazer para o Brasil os campeonatos de jovens. A gente realizou um campeonato mundial de jovens ano passado, na cidade de Curitiba, e vamos realizar novamente, no ano que vem, de dois em dois anos esse campeonato acontece, Também em Curitiba, no ano que vem, já estou convidando todos vocês para que possam participar do Campeonato Mundial de Jovens de Bosch. E aí... E aproveitando aí, como nossos amigos do rugby e usando o exemplo da seleção brasileira que teve a sua convocação com um técnico internacional, a gente também trouxe um técnico internacional, principalmente para uma categoria, tiramos um campeão paralímpico de um outro país e trouxemos ele para cá para trazer... Principalmente numa classe que a gente está renovando os atletas, que eu vou falar mais para frente. Obrigado. Bem, qual é o objetivo geral que a gente tem? O Helder falou bastante sobre como prepara, como a gente dá apoio para os atletas, como a gente cria esse caminho para chegar lá em Los Angeles e conquistar a medalha. E a gente colocou como alvo conquistar duas medalhas em Los Angeles na modalidade bosta, que tem 11 medalhas em disputa. Então, seguindo, para isso, a gente criou algumas metas, fizemos metas qualitativas durante o ciclo, que a gente vai fazer a avaliação durante todo o período. Já falei um pouco do Brasil como potência da modalidade, inclusive a gente traz competições para o Brasil, para justamente preparar o Brasil, não só com atletas, mas também com quadros. A gente tem árbitros internacionais, a gente tem classificadores internacionais, a gente tem profissionais que fazem parte do mundo da BOS, inclusive eu sou candidato a serviço presidente da Federação Internacional, mais recursos, ter mais resultados aqui para o Brasil. A gente está planejando... E está... com o planejamento funcionando até o momento, para levar nove atletas, que é o número limite de atletas, para... Paralimpíada de Los Angeles, que são nove atletas, que são dois atletas com pares e equipares. e três atletas para a equipe, então depois a ideia é que a gente faça a classificação e consiga chegar em Los Angeles com todos os atletas classificados. A gente teve protagonismo durante muito tempo na classe BC4, que inclusive o maior atleta da história da Bocha Paralímpica, um atleta brasileiro, infelizmente nos deixou em 2019, que é o Dirceu, ele tem até hoje o recorde de medalhas de ouro conquistadas na Bocha, e a gente quer voltar a ter esse protagonismo, por isso a gente trouxe um técnico internacional junto com um processo de renovação que começou na Paralimpíada passada, com dois atletas novos, um atleta inclusive da Paraíba, lá do Nordeste, que é a... Laísa e o André, e também o Buchecha, que é do Rio Grande do Norte, então, o Nordeste é muito bem representado, estou muito bem representado aí na classe. E a gente tem tido a oportunidade de dar experiência internacional para os nossos atletas, justamente fazendo, juntamente com o CCPB, levando nossos atletas para competições, principalmente quando é representação do Comitê Paralímpico Brasileiro, como a gente teve os Jogos para Juvenilhas, Em Santiago, a gente levou a nossa seleção de jovens para que a gente pudesse dar experiência para eles. Bem, o objetivo que a gente teve na temporada passada de 25, que era justamente classificar para que a gente pudesse participar do campeonato mundial. Então, o objetivo em 2025 era ganhar todas as vagas durante a Copa América que aconteceu lá em Cali. Então, a gente botou lá como objetivo ganhar 10 medalhas. Tivemos um resultado um pouquinho melhor, ganhamos 12, sendo 5 de ouro, uma prata e um bronze. para a BC4. e equipe e aí fazer uma parte rápida que isso para quem não conhece a bosta a bolsa modalidade das mais inclusiva para as pessoas com deficiência severa nas quatro extremidades ou seja mas tem dificuldade para fazer o lançamento da bola então a gente tem a classe bc1 que são atletas que conseguem lançar a bola mas precisam de um assistente possa ajudá-los a virar cadeira pegar as bolas tem a classe bc2 já são atletas que conseguem se movimentar com a cadeira e fazer arremessos 99% dos atletas com diagnóstico de paralisia cerebral, que é uma deficiência física. A gente tem a classe BC3, que são os atletas que têm a deficiência mais severa, que não conseguem lançar a bola e, para isso, usam um dispositivo auxiliar para poder fazer o seu lançamento e jogam com um assistente, que fica de costas para a quadra para poder auxiliar o atleta na hora do lançamento. E a gente tem a classe BC4. que é uma classe que vem com atletas de outras deficiências que não há paralisia cerebral, distrofias, acidentes e outras síndromes que trazem esses atletas para competir. A gente tem a competição de par BC3. que a gente tem dois atletas, um masculino e um feminino, Par BC4, um masculino e um feminino, e a equipe, onde a gente precisa ter um atleta da classe BC1, um atleta da classe BC2 e, obrigatoriamente, uma mulher. Dito isso, essas que são as vagas que são disponibilizadas para competição nos Jogos Paralímpicos, nas competições que a gente tem, todas por aí afora, e que estão lá 11 medalhas em disputa. Vou avançar, a gente conseguiu conquistar a nossa vaga... para participar do campeonato mundial que acontece esse ano. em agosto, na Coreia, por causa do resultado da Copa América em Cali. A gente está com o objetivo... prioritário de conquistar e aí sim manter nossa amiga Andressa como campeã mundial ganhar duas medalhas no Mundial da Coreia que acontece como eu falei em agosto em Seul Né? E... Para o próximo ano, e aí mantendo o nosso calendário de atividades, a gente tem uma série de eventos que a gente vai participar, já coloquei ali em destaque o Campeonato Mundial, mas também esse ano a gente tem os Jogos para Sul-Americanos, em... Vale do Par, que é uma competição que classifica para os Jogos Parapanamericanos de Lima, em 2027, que a gente também precisa conquistar a nossa vaga durante essa competição. Então, a gente está, todo ano, tendo que conquistar uma vaga por um ano, no ano anterior, no evento anterior. Esses são os calendários. A gente tem para todas essas competições objetivos e metas definidas. uma delas a gente tem uma previsão, mas é esporte, a gente pode botar a previsão de que vai ganhar ouro, mas chega lá e ganha o prata, ou ganha o bronze, ou não ganha nada. Então, para todas elas a gente tem que elenco que a gente vai utilizar, o que a gente espera de cada uma, e a gente faz, obviamente, a avaliação após cada uma dessas competições. Para 2027, nosso objetivo é classificar... para os Jogos Paralímpicos de Los Angeles, para isso a gente precisa ter um resultado bom durante o Parapan, de lima em 27 né nossa idéia do parapan de lima já presidente já que me avisando são dez medalhas é sendo 5 de ouro para voltar de lá com um bom resultado e com o time todo classificado. E aí para 2028, fechando o nosso planejamento, a ideia é voltar de Los Angeles com duas medalhas. Neste momento, a gente não consegue dizer a cor, mas eu, como sou um otimista, na expectativa de medalhas douradas, trazendo a Andressa novamente. A gente tem líderes do ranking mundial como o Maciel, que é um fenômeno que está há anos representando o Brasil e que a gente tem muita esperança e expectativa em cima dele. Obrigado. E os eventos da temporada 28... Inclusive, acho que é uma parte importante na estratégia de manter o Brasil forte, a gente está sempre trazendo uma competição para o Brasil. Então, a gente vai trazer, todo ano, a gente traz uma competição para o Brasil e a gente vai trazer um campeonato para realizar, como a gente vai fazer esse ano, também em 28, lá no Centro de Treinamento Paralímpago Brasileiro, aproveitando o que o Edirio falou, é uma das melhores instalações esportivas do mundo, quem não conhece, por favor, estão convidados para os eventos que acontecem lá, e principalmente os eventos da Bosch, para conhecer o nosso Centro de Treinamento. E aí eu já até antecipei, a gente vai fazer uma revisão ao fim de cada ciclo, a cada... ano, para que a gente possa chegar no final do ano com a perspectiva ou com a projeção para o próximo ano. É ajustado. Mas eu agradeço, preparei um videozinho também. para que vocês tenham um pouquinho de... com audiodescrição. Eu vou pedir aí para colocar. rapidinho... Ele demora... não é esse. Não é esse. É o do WhatsApp. Amém. Obrigado. Obrigado. E aí Ah, tá. Obrigado. Respondi. Tá sem som. da Andy no meio. Texto. Potência histórica na modalidade. Fotos rápidas de para-atletas com medalhas. Texto Seleção Brasileira de
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