
O PRF discute o impacto do diagnóstico de neurodivergência na vida pessoal, destacando os sentimentos de alívio e responsabilidade. Defende o uso do conhecimento adquirido para promover a inclusão e incentiva a colaboração individual contínua para o desenvolvimento social.
O PRF relata sua trajetória pessoal com as artes marciais e o diagnóstico tardio de autismo, defendendo a importância de políticas públicas, acessibilidade e acolhimento para adultos autistas, destacando a invisibilidade dessa população no sistema de assistência social e educacional.
O PRF discute a importância da inclusão de pessoas autistas e neurodivergentes, enfatizando a necessidade de capacitação profissional em abordagens policiais e educacionais. Defende a identificação de gatilhos para prevenir crises, critica a sobrecarga dos professores e propõe a contratação de monitores qualificados, além de incentivar o protagonismo social na promoção de acessibilidade e mudanças comportamentais.
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