
A Secretária Geral da ABRADEP critica a dificuldade do Ministério Público Eleitoral em compreender a subjetividade e a dor da violência política de gênero, apontando que a falta de parâmetros objetivos para a análise das agressões prejudica a proteção das mulheres.
A Secretária Geral da ABRADEP defende a necessidade de mecanismos de fiscalização eleitoral mais eficazes para regiões remotas e a colaboração com big techs para o monitoramento de desinformação em aplicativos de mensagens criptografadas.
A Secretária Geral da ABRADEP relata vivência de violência política de gênero no ambiente digital durante eleição suplementar, destacando a dificuldade de combater discursos de ódio e desinformação, especialmente no WhatsApp, e enfatiza a necessidade de redes de apoio e melhores mecanismos de regulação.
A Secretária Geral da ABRADEP defende a responsabilização de dirigentes partidários em fraudes à cota de gênero, argumentando que eles não sofrem sanções de inelegibilidade ou multas ao executarem fraudes no DRAP, sugerindo alterações legislativas na Lei Complementar 64/90.
A Secretária Geral da ABRADEP discute a obrigatoriedade do financiamento de pré-campanha pelo fundo partidário e critica a ineficácia da atuação do Ministério Público Eleitoral no combate à violência política de gênero, especialmente no ambiente digital, propondo uma revisão da competência exclusiva nas ações penais eleitorais.
A Secretária Geral da ABRADEP defende a participação ativa das mulheres em instâncias partidárias e questiona a destinação, integral ou parcial, de multas eleitorais para o financiamento de candidaturas femininas.
A Secretária Geral da ABRADEP defende a promoção de estratégias que viabilizem candidaturas eleitorais.
A Secretária Geral da ABRADEP defende a implementação de limites temporais para políticas de cotas parlamentares, enfatiza a necessidade de autonomia feminina nas instâncias partidárias e destaca a importância do financiamento para a viabilização de candidaturas de mulheres.
A Secretária Geral da ABRADEP destaca a importância da ocupação de espaços de poder pelas mulheres, reforça a necessidade de combater a violência política de gênero e ressalta o papel da instituição na construção de diretrizes acadêmicas sobre o tema.
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