
A Conselheira do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) defende a implementação de políticas permanentes de prevenção à violência política de gênero, destacando que o enfrentamento ao assédio exige ações que transcendam a esfera jurídica, como a formação contínua, o fortalecimento institucional e a coleta de dados, para garantir a participação feminina em espaços de poder e preservar a democracia.
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