
A facilitadora defende o enfrentamento à misoginia e à violência política contra mulheres, destacando o impacto negativo de discursos de ódio e ideologias extremistas nos espaços de poder.
A Facilitadora/Políica segura nas redes discute a violência política de gênero, argumentando que o fenômeno atravessa todos os espectros políticos e não exclui mulheres de direita. Ressalta que, apesar das diferenças ideológicas, a violência é uma realidade para as mulheres no poder e que, embora haja diferentes formas de perceber e nomear o problema, existe uma articulação crescente entre mulheres para o enfrentamento coletivo desses ataques.
A Facilitadora/Políica segura nas redes analisa os ataques sofridos por uma parlamentar em redes sociais, classificando o episódio como um caso claro de violência política de gênero, destacando a importância da diversidade feminina e a gravidade das agressões sofridas no exercício do mandato.
A Facilitadora/Política segura nas redes utiliza uma dinâmica de análise de notícias para demonstrar como estereótipos de gênero e a violência política afetam mulheres em cargos eletivos. Defende que a violência política é um mecanismo de silenciamento e que o combate ao problema exige não apenas leis, mas engajamento social, mudança cultural e uma cobertura jornalística livre de viés de gênero para assegurar uma democracia igualitária.
A Facilitadora/Política segura nas redes aborda o conceito, a tipologia e o impacto da violência política de gênero, destacando a importância da cobertura jornalística ética e do combate à desinformação para garantir a democracia e a participação feminina.
A Facilitadora/Política segura nas redes apresenta sua trajetória profissional e acadêmica focada em política internacional e direitos humanos, detalhando sua pesquisa sobre o enfrentamento à violência política contra as mulheres para iniciar um workshop sobre o tema.
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