
A participante agradece aos presentes e encaminha o encerramento do evento para a realização de foto oficial e lançamento de livros.
A participante discute o papel da comunicação pública na abordagem de temas sociais sensíveis, defendendo o uso de linguagem simples, o enfrentamento ao racismo e o aumento da visibilidade para as comunidades quilombolas.
A participante convida os expositores para a mesa e abre o momento de debates com o público.
A participante menciona o desenvolvimento de um trabalho sobre comunicação pública territorializada e acesso à proteção social voltado para comunidades quilombolas.
A participante apresenta o trabalho de comunicação pública desenvolvido no Comitê de Equidade do Daer, no Rio Grande do Sul, voltado para a promoção da inclusão.
A participante anuncia um breve intervalo durante o evento e, posteriormente, introduz a próxima palestrante para debater a construção comunicacional da violência de gênero.
A participante questiona sobre as principais dificuldades e barreiras enfrentadas pelo público para acessar informações sobre programas e políticas públicas, buscando entender como a comunicação institucional pode mitigar o distanciamento entre o Estado e os cidadãos.
A participante propõe o desenvolvimento de uma plataforma digital para promover educação, capacitação e empregabilidade, além da criação de um canal de informações simplificado via aplicativos para pacientes em clínicas.
A participante, representante de Recife, solicita esclarecimentos sobre o funcionamento da plataforma mencionada na apresentação.
A participante organiza a logística de tempo e espaço para as apresentações e media a interação entre o público e a comissão organizadora do evento.
A participante, professora da Universidade Federal Rural de Pernambuco, apresenta-se e anuncia o início dos trabalhos do grupo focado em direitos humanos, inclusão e interseccionalidade.
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