
A psicopedagoga defende o aprimoramento da educação especial inclusiva, enfatizando a necessidade de superar apenas a identificação de condições diagnósticas para garantir caminhos efetivos de aprendizagem para os estudantes.
A psicopedagoga defende a criação de um ecossistema educacional voltado para a inclusão plena no país.
A psicopedagoga defende que o acolhimento no sistema educacional deve se estender também às mães e famílias de pessoas com deficiência, oferecendo suporte técnico e sensibilidade desde o diagnóstico.
A psicopedagoga defende que a inclusão escolar vai além do acesso físico, exigindo qualificação profissional, transparência e trabalho conjunto entre educadores e terapeutas para promover o real desenvolvimento do estudante.
A psicopedagoga defende a plasticidade cerebral como fator de superação em diagnósticos do neurodesenvolvimento e propõe a criação de programas estudantis de combate ao bullying, com o uso de alunos como agentes observadores nas escolas.
A Psicopedagoga defende a inclusão de neurociência na matriz curricular do curso de pedagogia, ressaltando que o aprofundamento nessa área e na educação especial é fundamental para o desenvolvimento e aprendizagem das crianças.
A psicopedagoga defende que o direito à aprendizagem e o suporte educacional não devem ser condicionados à apresentação de um laudo médico, destacando que diagnósticos e avaliações pedagógicas são complementares e não devem substituir a intervenção imediata nas necessidades dos estudantes.
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