
Discurso sobre importância do movimento em controle de peso; despreza medicamentos como solução única; cuidado deve ser construído coletivamente, elogia organização do evento.
Vice-presidente da Abeso, Presidente da Federação Latino Americana de Obesidade falou sobre a importância de uma equipe especializada em obesidade e acompanhamento pós-operatório, incluindo pacientes inativos há cinco anos, observando que todos enfrentavam algum tipo de complicação. Destacou a necessidade de sensibilização sobre a importância do cuidado pós-operatório e o acompanhamento ativo dos pacientes.
Endocrinólogo especializado em obesidade e DM2; médicos deveriam abordar obesidade, mas alguns preferem outras áreas. Todos teoricamente especialistas em obesidade por exigência do título. Foco na orientação de residentes para atender melhor obesidade no SUS.
Vice-presidente da Abeso, Presidente da Federação Latino Americana de Obesidade destacou necessidade de mais ações contra filas em serviços de saúde.
Vice-presidente da Abeso, Presidente da Federação Latino Americana de Obesidade é endocrinologista, não cirurgião, e refere acompanhamento pré e pós-cirurgia, mas não detalha custo da cirurgia.
Vice-presidente da Abeso, Presidente da Federação Latino Americana de Obesidade favorizou cirurgia fechada por menor risco e tempo de recuperação; alerta sobre novas técnicas seguras; observa preferência dos pacientes por cirurgia aberta; destaca importância de responsabilidade compartilhada e conscientização pós-operatória.
Vice-presidente da Abeso, Presidente da Federação Latino Americana de Obesidade destacou a necessidade de cuidado e acompanhamento em todas as etapas do tratamento médico, evitando falhas no atendimento e perda de dinheiro. Sua solução é ter um serviço de "concierge" para garantir a ligação primária, secundária e terciária, ajudando pacientes fragilizados a sentirem-se bem acolhidos e sem vergonha em procurar ajuda.
Importância de micronutrientes para bem-estar físico e mental; profissionais de saúde devem destacar sua importância, especialmente aos pacientes, e exigir acompanhamento transdisciplinar.
O . destacou a importância de abordar a obesidade como uma doença complexa, com a necessidade de tratamento especializado e humanizado. Ele criticou a falta de estrutura e apoio no SUS e ressaltou a necessidade de uma linha de cuidado contínua e integrada, além de um maior acolhimento por parte dos profissionais de saúde. O . mencionou a importância de centros de referência para obesidade e a formação adequada de equipes para garantir um tratamento eficaz e acessível. Ele enfatizou que o tratamento deve ser individualizado e que a empatia é fundamental na relação médico-paciente. Concluiu que é necessária uma mudança significativa no atendimento à obesidade no Brasil.
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