
O ex-ministro e ex-presidente destacou a necessidade de equilibrar desenvolvimento econômico e proteção ambiental no Amazonas, criticou a expropriação de terras e a falta de autonomia dos estados, e enfatizou a soberania do Brasil sobre a Amazônia e a importância do nacionalismo.
O discurso aborda o erro histórico em relação à demarcação da Raposa Serra do Sol, destacando injustiças enfrentadas por produtores e indígenas. O orador critica a atuação de ONGs e do Ministério Público na questão fundiária e propõe revisitar essa decisão para promover desenvolvimento e justiça social. Defende que a insegurança institucional prejudica o avanço do país e que é necessário restaurar a ordem jurídica e o diálogo entre as instituições para um futuro mais promissor. Conclui ressaltando a necessidade de aproveitar os recursos naturais do Brasil para o progresso.
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