
Coordenaadora destaca importância de engajamento artístico com pessoas deficiência; menciona campanha "Withthing" e elogia FAC por acessibilidade e inclusão. Suge lei de incentivo federal reservar no mínimo 5% para arte inclusiva.
Coordenadora propõe arte inclusiva priorizando tato e paladar, promovendo mudança de crenças e combate ao capacitismo por meio de cultura e acessibilidade. Ela aborda importância de deficiência em políticas públicas e acessibilidade cultural, conscientização de gestores, produtores e imprensa, e criação de cursos online, bancas de artistas com deficiência e canais de divulgação de programação cultural acessível.
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