
O Coordenador de Diversidade e Interseccionalidade destacou a importância do debate sobre direitos humanos e a necessidade de ouvir lideranças, especialmente no campo do autismo. Ressaltou que diagnósticos não são mercadorias e que é crucial combater características prejudiciais na sociedade. Lideranças autistas adultas são essenciais para conduzir discussões e promover mudanças significativas.
O Coordenador de Diversidade e Interseccionalidade ressaltou a importância do debate crítico nas práticas científicas, abordou o negacionismo e a revisão dos métodos como o ABA, defendeu uma abordagem multiprofissional para o autismo, destacou a relevância das políticas públicas e o reconhecimento das pessoas autistas como sujeitos de direitos, além de apoiar os familiares contra o estigma, concluindo que a discussão deve focar nas interações humanas e barreiras sociais.
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