
O Vice-presidente da FETAG-RS destacou a resiliência dos agricultores gaúchos, a mobilização sindical e os avanços nas pautas, mas apontou a insuficiência de recursos. Defendeu a renegociação de dívidas, a retirada de negativações e a anistia para os prejudicados, além de criticar a burocracia e solicitar agilidade nas medidas para apoio contínuo aos agricultores.
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