
A coordenadora do CGI discutiu a proteção à infância em um cenário de uso excessivo de tecnologia. Ela destacou a importância das relações sociais no desenvolvimento infantil e os riscos das redes sociais para crianças, como a exposição a conteúdos impróprios e publicidade direcionada. Propôs regulamentos para restringir perfis de crianças em plataformas, transparência sobre conteúdos e campanhas educativas para pais. Além disso, enfatizou a necessidade de políticas públicas que ofereçam alternativas de sociabilidade, como escolas de tempo integral e investimentos em controle parental. Concluiu ressaltando a responsabilidade compartilhada de famílias, escolas e empresas de tecnologia.
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