
Coletivo Abaré: pede desculpas por Raquel, lê trecho de livro sobre simplificações e neutralização de vozes na Amazônia, estressa importância de informações confiáveis sobre a região e sua história de distanciamento do Brasil; propõe desconstruir visão colonizada e considerar perspectivas amazônicas em jornalismo e comunicação.
Coletivo Abaré utiliza podcast e WhatsApp para se aproximar de comunicadores indígenas em São Gabriel da Cachoeira. Aprendeu com movimento indígena a escutar e deliberar com a comunidade. Vídeo e materiais traduzidos em línguas indígenas são bem recebidos no interior do Amazonas. Credibilidade é crucial na divulgação de informações e diferentes estratégias são importantes para efetiva comunicação com populações amazônicas.
Coletivo Abaré representa educação midiática em Manaus; questiona desenvolvimento da Amazônia, sustentável ou não; jovens e povos locais sempre lutaram contra desinformação e ideias erradas sobre região; comunidades sabem soluções para preservar território; floresta amazônica criada por povos originários; debate sobre Amazônia deve valorizar centralidade dos povos e comunidades; Abaré usa educação como diálogo com comunidades, principais alvos da desinformação.
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