
Manter alimentos saudáveis na cesta básica, excluir ultraprocessados, incluir produtos da sociobiodiversidade e alimentos in natura. Celebrar a inclusão de refrigerantes no imposto seletivo e expandir para outras bebidas ultraprocessadas. Relatório do Banco Mundial indica impactos positivos de tributação para saúde e economia.
A Pesquisadora em Saúde Pública, representante da ACT Saúde, destacou a importância do debate sobre alimentos ultraprocessados, sua classificação e impactos na saúde e meio ambiente. Apresentou dados sobre o aumento do consumo desses produtos, que está associado a doenças crônicas e à morte de 57 mil pessoas anualmente no Brasil. Destacou que ultraprocessados contribuem para a emissão de gases de efeito estufa, perda de biodiversidade e problemas com embalagens plásticas, que contêm produtos químicos prejudiciais. Enfatizou a necessidade de priorizar alimentos in natura e minimamente processados.
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