
O discurso aborda a importância da valorização das guardas municipais, refutando o termo "guardinha" e destacando a formação do orador. Ele defende que o maior bem a ser protegido é a vida do cidadão, criticando a visão restritiva sobre o papel das guardas. O orador ressalta que a sociedade exige uma atuação mais proativa e que a separação de funções não é eficaz, citando decisões do STF sobre a questão.
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