
É essencial observar a sociedade e a representatividade do congresso, barrar reformas indesejadas, envolver a população na defesa de serviços públicos e direitos dos trabalhadores, abordar a inclusão e o envelhecimento do movimento sindical, focar na eficiência dos gastos públicos, analisar o futuro do trabalho com tecnologia, revisitar a legislação fiscal e fortalecer o apoio e a união no movimento sindical.
O palestrante expressa prazer em conversar sobre lutas comuns e destaca a importância de relembrar a barragem da PEC 32, que ameaçava o serviço público. Ele discute a nova política fiscal e o arcabouço em tramitação, ressaltando que a questão central é o modelo de estado. A comparação entre crescimento econômico e situação fiscal do Brasil é feita, enfatizando a necessidade de um estado atuante para garantir direitos sociais. Também são apresentados dados sobre a precariedade das condições de vida no país, o impacto da dívida pública e a diminuição de servidores. O arcabouço fiscal é descrito como um meio-termo que pode restringir reajustes salariais e contratações. A palestra termina com a convocação para um debate sobre o investimento e a arrecadação, ressaltando a necessidade de enfrentar os interesses que não contribuem com impostos.
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