
Coordenador-Geral de Atenção Especializada - Ministério da Saúde propôs: restabelecer Câmara Técnica, debater sobre a implantação da trombectomia, reeditar o PCDT com inclusão da trombectomia mecânica, monitorar impacto e curva de aprendizado, e ampliar disponibilidade na rede SUS no segundo semestre de 2023.
Coordenador-Geral de Atenção Especializada - Ministério da Saúde abordou:
Coordenador-Geral de Atenção Especializada - Ministério da Saúde: Desenvolvemos política inédita para atenção ambulatorial especializada, enfatizando acesso ao cardiologista e endocrinologista. Deseja abordar questões relevantes e providências da pasta, mas tempo é curto.
O discurso aborda a importância do atendimento ao AVC no Brasil, destacando a gestão intersetorial sob a coordenação de saúde. Salienta a necessidade de articular toda a rede de saúde, incluindo atenção primária e serviços de emergência, para um atendimento adequado. Apresenta os sinais de alerta, fatores de risco e a importância da educação sobre o AVC. Discute a linha de cuidado, procedimentos disponíveis e a necessidade de ampliar serviços habilitados. Também menciona a demora na disponibilização da trombectomia mecânica e os esforços para restaurar câmaras técnicas e simplificar a habilitação dos serviços. A audiência é finalizada com agradecimentos e a disposição para diálogo.
Coordenador-Geral de Atenção Especializada - Ministério da Saúde: Oferece conversar com SAPIS e Secretaria de Atenção Primária, estão colaborando juntos, disponível para conversar com Vanessa e outros quando necessário.
Coordenador-Geral de Atenção Especializada - Ministério da Saúde: cuidado ao paciente renal piorou, prioriza hemodiálise e transplante; busca melhorar diálise peritoneal e tensão ambulatorial para hipertensos e diabéticos; deseja colaboração para novas políticas.
O discurso aborda a importância do atendimento ao paciente renal crônico no Brasil, destacando o papel do Sistema Único de Saúde (SUS) e as dificuldades enfrentadas devido à interrupção de políticas desde 2016. O orador critica a falta de atenção à saúde pública durante a pandemia e menciona a necessidade urgente de reestruturar os serviços de saúde para atender as crescentes demandas, além de propor ações para melhorar a formação de profissionais e a assistência integral ao paciente renal. Ele conclui ressaltando a necessidade de colaboração entre o governo e a sociedade civil para enfrentar esses desafios.
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