
Observatório Nacional de Candidaturas Femininas identificou dificuldades de mulheres, especialmente negras, em fazer campanha durante pandemia devido ao "dever de cuidado" e falta de recursos. Lamenta falta de medidas afirmativas no código eleitoral para inclusão de pretos e mulheres em partidos e campanhas. Critica uso de autonomia partidária para justificar restrição a direitos. Propõe organização e unidade para pleitear ação afirmativa no Congresso.
Observatório Nacional de Candidaturas Femininas se refere à necessidade de aumentar a representação de mulheres e pessoas negras na política, abordando a PEC 9/2020 e a importância de destinar recursos e apoio a esses grupos. Menciona a nomeação histórica da primeira ministra negra no TSE e o precedente de combate à fraude de cotas de gênero no Piauí, além de enfatizar a necessidade de espaço e visibilidade para pautas intersecionais e da população preta na Casa Legislativa.
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