
Presidente da SBOC abordou jornada do paciente oncológico, métodos diagnósticos eficientes, importância de oncologistas clínicos suficientes e bem distribuídos no Brasil, disparidade no número de oncologistas clínicos no país, capacitação da SBOC, acesso ao tratamento, atrasos na incorporação de novas tecnologias no SUS, e proposta de algoritmo decisório de política pública para garantir acesso à quimioterapia no SUS.
A Presidente da SBOC destacou a importância da jornada do paciente oncológico e a necessidade de diagnóstico precoce, acesso a tratamentos e a capacitação de oncologistas. Abordou a desigualdade na distribuição de profissionais no Brasil, enfatizando a formação e oportunidades de residência em oncologia. Citou a importância de monitorar leis que garantem tratamento, alertando para atrasos na incorporação de novas medicações no SUS. Por fim, ressaltou a necessidade de implementar a lei 29.952 e o compromisso da sociedade em melhorar o acesso e a qualidade do atendimento oncológico no país.
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