
Médico considera radiologia intervencionista fundamental no tratamento oncológico, especialmente no câncer colorretal com metástases hepáticas. Essa técnica permite realizar radiofrequência em lesões inacessíveis a cirurgia, aumentando a sobrevida do paciente. Hoje, essa abordagem ainda não é amplamente acessível no SUS, mas é uma importante bandeira a ser levada em consideração.
Médico ressalta a importância da intervenção radiológica no tratamento oncológico, especialmente em casos de metástase hepática, onde a cirurgia pode ser inviável. A técnica, como a radiofrequência, pode aumentar a sobrevida dos pacientes e deve ser incorporada ao Sistema Único de Saúde.
Médico discute desigualdade no acesso ao rastreio e pré-prevênça do câncer em regiões pobres do Brasil; prefiere cirurgia videolaparoscópica a robótica, exceto na próstata; enfatiza treinamento em exames apropriados, especialmente no câncer de testículo; pede políticas de saúde com tecnologias acessíveis para o Brasil.
O Médico destacou a precariedade do hospital e a falta de acesso à prevenção de câncer. Criticou a ênfase na cirurgia robótica, defendendo a videolaparoscopia por ser mais econômica e eficaz. Afirmou que a maioria das cirurgias é feita de forma convencional, com riscos altos. Lamentou a falta de formação adequada dos profissionais na realização de exames clínicos, especialmente no câncer de testículo, e pediu atenção às realidades brasileiras em comparação com outros países. Agradeceu a oportunidade de se expressar.
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