
São Paulo, grande cidade com 45 milhões de habitantes, tem estrutura de SUS complexa e hierarquizada. A Coordenadora é assessora técnica, seletiva e responsável por triagem. Recursos próprios usados para monitorar doenças crônicas e dependem de apoio federal. Modelo de resposta à pandemia adaptável, mas limitado pela realidade. Compromisso é melhorar dentro da capacidade operacional e governabilidade.
Coordenadora da Secretaria de Saúde de São Paulo propõe rede integrada e hierarquizada contra retinopatia diabética, utilizando teleoftalmologia em rede estadual, com 20 polos atendendo 37 municípios da Grande São Paulo. Desafios com adesão de usuários a exames e tratamentos, necessidade de conscientização do paciente e discussões sobre uso de telemedicina e tecnologias avançadas para expandir rede de atendimento.
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