
Dia 5 de dezembro estaremos inaugurando a nossa Clínica C I Copacabana, tá. Estão todos convidados. A Cassia investe em Clínica Ceci porque funciona, né? Melhora a atenção à saúde, cria o vínculo de acompanhamento e de acolhimento e reduz despesas desnecessárias na rede de prestadores. A gente só sabe disso por isso nós vamos continuar investindo. Notícia
Eu tenho 62 anos, homem, branco, os cabelos já estão pintados de branco, mesclado com preto, barba também mesclada de branco e preto, os cabelos da cabeça já já alguns já foram embora, não voltam mais. E desde que a Cassi lançou, em setembro deste ano, a a sua política de relacionamento com a pessoa portadora de deficiência, nos cumpre o ritual de nos apresentar com a autodescrição. A cace tem 80 anos, mas permanece jovem como frisou o deputado Raymon, A quem eu quero saudar e agradecer por esta homenagem. Aproveito pra saudar também os demais componentes da mesa, meu amigo Luiz Gustavo, vicepresidente de agronegócio do Banco do Brasil, Jefão, Jefferson representando aqui a contrafe CUT, a minha querida amiga Graça Machado, presidente do Conselho de Deliberativo da Cassi. E também o deputado Tadeu Veneri, a deputada Érica Cocai, e o deputado Eli Borges que falaram aqui pra nós. Como eu vinha dizendo, a Cassi tem 80 anos, e permanece jovem, tá. E, a força dessa juventude, da Cassi, está no seu compromisso. O compromisso da Cassi é com a saúde. Isso vem desde 1944, tá. E há vários motivos pra declararmos a Cassi como 1 empresa jovem. O principal deles, certamente, é que do quadro de funcionários da Cassi, ao qual aplaudimos e reconhecemos esta casa, 70 por 100 são mulheres. E mais, do quadro de gestores da Cassi, 60 por 100 são mulheres. Nenhum sinal pode ser tão inequívoco indicando modernidade quanto este. Estamos alinhados com a evolução da sociedade. Há alguns anos, estamos casados com a inteligência artificial. É casamento feliz. Hoje, a classe é muito eficiente na detecção de atipicidade em exames e internações. Estou dizendo que somos capazes de identificar com facilidade as fraudes e desvios de condutas, que representam 1 das principais ameaças do sistema de saúde suplementar nesse país. Além disso, já estamos autorizando procedimentos, com base em inteligência artificial. 16 por 100 do que antes passava pela mão de médico, de enfermeiro, pra autorização baseada na pertinência técnica do pedido, porque a Cassi se baseia na pertinência técnica, nunca no custo. Essa, esse é o nosso compromisso, 16 por 100, hoje é resolvido em segundos com base em modelos estatísticos, com 98 por 100 de eficácia. 98 por 100. Os modelos são testados à exaustão, até termos a certeza do que estamos fazendo. Em setembro, como eu disse, lançamos a nossa política de relacionamento com a pessoa com deficiência. Depois de discutilla em todos os 27 estados da federação, trouxemos delegados, 2 delegados de cada estado pra construir conosco, essa política, né. Isso é sinal de que estamos alinhados com a evolução da sociedade. A palavra é incluir, a palavra não é apenas proteger, a inclusão é a palavra nesse quesito da relação com o portador de com a pessoa portadora de deficiência. Mas, alguns meses atrás, o Google e a App Store avaliaram o nosso App como mais completo de entre todas as operadoras do país. Isto também é modernidade. Mas o principal elemento da nossa modernidade é indubitavelmente o nosso modelo de governança. Ele é único. Ele é sólido. Ele é bom. Somos 4 diretores, 2 indicados pelo Banco do Brasil, 2 eleitos pelos associados. Entre titulares e suplentes, somos 16 conselheiros deliberativos, 8 indicados pelo banco, e 8 eleitos. Somos também 12 conselheiros fiscais, titulares e eleitos. 6 indicados pelo banco, 6 eleitos, titulares e suplentes, me corrijo, tá. Na Cassi, os suplentes participam, deputado Raymond. Ainda que estatutariamente não tenham direito a voto, eles são consultados, eles compõem os comitês de apoio à gestão. Porque na Cassi, a pluralidade é a chama da modernidade. E a modernidade é acompanhar os avanços da sociedade. Ora para adaptarse a ela, hora para transformála também. Buscamos sim 1 transformação, porque os anos foram passando, e o ser humano foi saindo do centro do sistema de saúde para dar lugar ao lucro. O sistema hoje não privilegia a saúde, privilegia a doença. Porque tratar o doente dá mais dinheiro do que preservar a sanidade do corpo e do espírito. É esta transformação que queremos, recolocar o indivíduo no centro do sistema de saúde. O lucro nunca deve ser fim em si mesmo. Ele deve ser a justa remuneração das pessoas que trabalham para cuidar da saúde das outras pessoas. Já não é possível condescender, porque o modelo baseado no pagamento por serviços, já não se sustenta, contaminado que está, pelas cobranças excessivas, pelos exames desnecessários, e pelas internações forjadas. A mudança, é essencial para a sustentabilidade. E a inteligência aplicada ao tratamento de dados populacionais, nos permite afirmar que há 1 relação muito forte, entre a população agravada e sinistralidade. Saúde, se faz com o estudo de dados epidemiológicos, como frisou a deputada Érika Cochai. Saúde se faz assim. 74 por 100 das mortes no mundo, são resultantes de agravos não transmissíveis. Desses 74 por 145 por 100, são decorrentes de problemas cardiovasculares. E nós sabemos que os principais fatores que desencadeiam os problemas cardiovasculares são diabetes, dislipidemia e hipertensão. É possível estimar, com base no uso passado dos serviços, qual a probabilidade de o indivíduo vir a ser diabético, ou hipertenso, ou dislipidêmico. Assim se trabalha a saúde, as predições são possíveis não apenas para indivíduos já agravados, mas também para Os que poderão agravarse no futuro. É possível hoje com base em inteligência artificial, prever que determinada população poderá daqui a 4 5 anos Jefferson. Passaram a manifestar o diabetes, ou a dislipidemia, ou a hipertensão. E nós estamos fazendo isso. Esse é o caminho. Nós estamos identificando previamente essas pessoas, e trazendo elas pra dentro das nossas 65 Clínica C. Pretendemos que seja 99 até o final de 2025. A ideia é cuidar, a ideia é orientar, a ideia é assistir, a ideia é evitar que as pessoas adoeçam. Evitar que as pessoas adoeçam. Saúde não é somente a cura, é também prevenção, promoção de saúde. Esses indivíduos que nós detectamos precocemente pra evitar o adoecimento futuro, nós já sabemos, mediante estudos epidemiológicos da nossa área de gestão de saúde populacional, nós já sabemos que no futuro, esses indivíduos representarão, 1 redução de despesas da ordem de 35 por 100. Senhoras e senhores, quando nós cuidamos da saúde hoje, nós evitamos despesas no futuro, e garantimos a sustentabilidade da caixa e do sistema. A transformação que desejamos deputado Raymond, é esta, o foco na saúde, não na doença. O resto é discussão de financiamento, e o problema de financiamento fica muito mais fácil de resolver, quando a pessoa humana, não o lucro, estiver no centro do sistema. A caci tem 590000 participantes próprios, e 270000 de convênios de reciprocidade que temos com outras instituições de saúde de autogestão, que são nossas irmãs, tá, e que muitas vezes precisam do nosso apoio porque a nossa rede é mais extensa, tá. O deputado Tadeu Venelli citou esse dado, tá. Além disso são, 28000 prestadores de serviços, tá. E nós estamos presente em todo o território nacional, querendo a transformação, não é pra dominar o mundo. Nós não somos pink cérebro. É pra sair da encrenca, na qual a ânsia do lucro fácil, tem colocado à sociedade brasileira. Não é para transformar o tecido social sozinhos, é pra fazer parte da transformação, porque é notória e relevante a capacidade do funcionário do Banco do Brasil, vicepresidente Liguta, de colocarse adiante do seu próprio tempo. O Banco do Brasil, o funcionário do Banco do Brasil está adiante do seu tempo. Tanto que, no distante ano de 1904, fundamos a Caixa de Montepil, hoje previa o maior e mais sólido fundo de pensão da América Latina. Em 1944 foi fundada a Cassi. 80 anos, tá. Aqui estão meus colegas de diretoria Fernando Amaral, Hugo Brandão, Alberto Júnior, estão aqui a conselheira Graça Machado, conselheiro Alessandro Greco, vovô. Se não chamar de vovô ninguém sabe quem é. E também a Bia, nossa conselheira deliberativo, Beatriz. Em 1950 e foi fundada a a AFBB, Associação dos Aposentados e Funcionários do Banco do Brasil que atua há 73 anos na defesa dos interesses da funcionários da ativa aposentados e pensionistas aqui representada por sua presidente, Lorenne Discent. A FenaB, Federação Nacional das AABBs, tem 47 anos, e mais de 90 900 ADBs filiadas espalhadas país adentro. A partir de 1 caixinha de empréstimos, em 1984, 33 funcionários do Banco do Brasil, fundaram a Cooperativa de Crédito Cooperaforte, 40 anos depois. Eu e o Luiz Gustavo tivemos orgulho de trabalhar lá. Somos hoje 152000 associados na cópia forte. 1986 foi o ano de fundação da ANAB, Associação Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil, hoje aqui representada pelo presidente em exercício Nilton Brunelli. E a FAABB, Federação das Associações de Aposentados e Pensionistas do Banco do Brasil, nasceu em 1993, agrupando as associações de apresentadas espalhadas por todo o país. Aqui está o Arnaldo Menezes, presidente da FAABB, DF representando a FAABB. E mais, nos sindicatos dos bancários, em todos os quadrantes desta terra brasileira, funcionários do Banco do Brasil participam da defesa do trabalhador bancário e fazem a diferença. Meu amigo Luiz Gustavo Braslaje, vicepresidente de agronegócios do Banco do Brasil. Em qualquer área da vida urbana e rural, em qualquer lugar deste país, tenhamos a certeza. O funcionário e a funcionária do Banco do Brasil estão presentes. Nenhuma outra instituição no mundo, tem tecido tão orgânico, tão denso e tão vivo, tantas associações de entidades funcionais quanto o Banco do Brasil. É óbvio, nenhuma dessas associações existiria sem o Banco do Brasil com os seus 216 anos. Se nós ainda estamos aqui, todos, é porque nos conserbamos jovens e saudáveis. E a Cassi tem 238 participantes com mais de 100 anos, Liguta. Nós temos orgulho disso, nós não temos medo. Ajudar as pessoas a envelhecer melhor é a nossa missão. Muito obrigado, bom dia a todos.
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