
A Assessora Técnica - ONMP encerra a sessão com agradecimentos, expressando o desejo de celebrar o décimo aniversário do Observatório em uma próxima oportunidade com maior público.
A Assessora Técnica - ONMP celebrou os cinco anos do Observatório Nacional da Mulher na Política, destacando a produção de pesquisas e dados para subsidiar o trabalho legislativo e promover a participação feminina. Foram realizadas mudanças na equipe técnica e ressaltada a importância da rede de parcerias com instituições, órgãos públicos e parlamentares para a continuidade das ações.
A Assessora Técnica - ONMP destaca a relevância de pesquisas sobre a aplicação efetiva da legislação e o impacto das políticas públicas na sociedade, enfatizando o monitoramento da violência política de gênero e raça e incentivando a consulta aos dados e projetos disponíveis na página do órgão.
A Assessora Técnica - ONMP destaca a relevância da colaboração entre a equipe técnica e o campo científico na produção de dados e pesquisas voltadas à formulação de políticas públicas, celebrando o impacto de estudos sobre a participação política feminina.
A Assessora Técnica - ONMP destaca a relevância de uma base de dados produzida em pesquisa, ressaltando a necessidade de aportes financeiros, materiais e humanos. Enfatiza a parceria com o Ministério das Mulheres e a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher para a obtenção de emendas orçamentárias e recomenda a consulta ao material produzido.
A Assessora Técnica - ONMP apresenta pesquisadoras e resultados do Observatório Nacional da Mulher na Política, destacando a parceria com universidades para subsidiar políticas públicas.
A solidão né gente? E essa sua fala final achei tão interessante porque parece que os homens é só se candidatar talvez a política seja 1 grande rede de apoio masculina né? A gente precisava pensar nisso porque que ela não é não funciona como 1 rede de apoio coletiva feminina, né? Pras mulheres, né? Ao contrário, isola, né? Silencia, né? As mulheres exaure, né? Nos torna inadequadas, enfim. Mas agora eu vou, tenho o prazer a honra de passar aqui o meu lugar como mediador essa terrível tarefa de controlar o tempo alheio para a deputada Gisela Simone que nos brinda com a sua presença deputada por favor. Bom boa boa noite.
Muito obrigada vereadora Nayla, eu estou na péssimo papel de ter que cortar a palavra das pessoas por conta do tempo gente, mas é porque nós temos muitas pessoas pra falarem ainda, e eu acho que os depoimentos das parlamentares sempre são mobilizadores né, porque, que enfim nos afetam porque não tem como né? Não se afetar com relatos, sinto muito né? Pelo que a senhora passou EEE lhe parabenizo pela consciência né? E pela coragem de enfrentar como todas né? As parlamentares com quem eu já conversei e que a gente já entrevistou né Vera? Ao longo da vida. Enfim, eu vou passar agora a palavra pra continuarmos nesse debate pra nossa psicóloga feminista Taiara Maronesi, especialista em saúde pública em psicoterapia sistêmica integrativa e sexologia clínica. A Taiara é coordenadora de acolhimento do plantão onde ela quiser, projeto do instituto E Se Fosse Você, que durante as eleições de 2024 disponibilizou canal durante as eleições de 2024 disponibilizou canal de atendimento que oferecia acolhimento psicológico, orientação jurídica e também comunicacional para mulheres em situação de violência política de gênero e raça. Projeto que é similar né ao do mapa do acolhimento que nós conversamos né que a Márcia apresentou aqui que são nossas parceiras também do observatório. Taiara, eu queria saber se você pode nos contar pouco como foi o trabalho né, no projeto do Instituto Se Fosse Você, que nós conhecemos, né, o trabalho da Manuela Wla, que é exdeputada aqui federal também, né? E como que vocês avaliam o impacto da violência política sobre a saúde das candidatas, né, nesse nesse breve aí período que nós tivemos de campanha eleitoral esse ano.
Certeza nessa mesa, e eu vou passar agora a palavra imediatamente para a vereadora Nayla de Souza, prazer têla aqui, que foi reeleita em 2024 gente para o seu segundo mandato em Vinhedo, cidade do interior de São Paulo, como a mulher mais bem votada da história do município, parabéns Nayla. E ela foi 1 das entrevistadas do documentário né, como vocês viram o documentário Nossas Lutas Nossas Vozes, e relatando algumas situações de violência política vivenciadas na campanha de 2020. Naila, você acabou de sair dum processo né de campanha eleitoral assim como as participantes né do nosso projeto entre nós que que falaram aqui virtualmente né pouquinho antes. E aí eu queria saber né, se você poderia nos contar pouco como foi essa última campanha, se você viu alguma diferença desta campanha pra pra primeira campanha de 2020 né, e se você poderia dizer como esse lugar né, ocupar esse lugar de poder numa instituição política, tem afetado a sua saúde de forma geral e também aí a sua saúde mental. Obrigada boa.
Tarde. Nós vamos dar início aqui ao à nossa mesa de debates após o filme, nós estamos aguardando a deputada Gisela Simona, mas nós recebemos a informação que começou agora a ordem do dia, então nós não sabemos em que momento ela conseguirá vir. Eu queria registrar também que durante a exibição do filme esteve aqui com a gente a deputada Daiana dos Santos, que é nossa coordenadora né do eixo de violência política de gênero, que é 1 deputada bastante atuante no observatório. E pra nossa sessão de debate sobre né o documentário que foi apresentado agora, eu vou chamar pra comporem né a nossa mesa, a professora doutora Vera Marques, coordenadora da pesquisa né na Fiocruz. A vereadora do município de Vinhedes São Paulo a senhora Nayla de Souza. A representante do Ministério da Saúde doutora Renata de Souza Reis. A representante do Ministério das Mulheres senhora Edineide Arruda. A representante do instituto e se fosse você psicóloga Taiara Maronesi. E a representante da entidade Vote LGBT senhora Alciano Alciana Paulino. Tudo bem Cabemos todas nesta mesa, somos várias mulheres aqui hoje, Queria agradecer a presença de todos e quem nos acompanha também pelo Youtube. Nesta sessão de debates nós vamos começar com 1 pequena pergunta inicial pra cada 1 das nossas convidadas poderem falar, por 10 minutos. Vamos esperar a Luciana conseguir sentarse com a gente. Estamos todas sim agora sim. Ah eu não me apresentei, diz aqui a minha companheira Ana Cláudia, eu sou Cristiane Bernardes, sou assessora técnica do observatório. Nacional da mulher na política, é importante falar o nome inteiro né? Pras pessoas compreenderem do que que nós estamos falando, tem nosso banner aqui atrás. Nessa sessão então eu vou fazer 1 vou começar com 1 pequena pergunta pra cada 1 das nossas participantes, pra que elas possam falar por cerca de 10 minutos o tema né a gente acabou de ver o documentário é tema, complexo né duro da gente abordar nos traz assim nos afeta né nos nos traz 1 série de de questões. E aí ao final a gente faz comentário e se o público tiver questões comentários a gente gostaria de abrir também, pra quem ficar, e vou convidálas todas a permanecerem conosco pra que nós tenhamos ao final coffee break tá? Já estão todas convidadas. Eu vou começar com a professora Vera, professora muito obrigada pela sua presença aqui hoje é prazer têla aqui conosco. Vera Lúcia Marques da Silva que é doutora em ciências sociais docente e colaboradora do programa de pósgraduação em saúde pública da Fiocruz, e pesquisadora do departamento de estudo sobre violência e saúde Jorge Carelli. Professora, eu queria primeiramente né os parabéns pelo documentário eu já havia visto antes né quando a gente conversou entramos em contato, eu acho que é essencial essa produção audiovisual pra dar visibilidade né esse lugar de fala também pra essas mulheres que sofrem tanto com essa questão da violência, e eu queria que a senhora, se a senhora pudesse começar falando pouco né, da pesquisa que a senhora está coordenando na Fiocruz, e que tem né como dos dos primeiros resultados exatamente esse filme que nós acabamos de ver, e eu queria lhe perguntar especificamente qual é a importância de pesquisar esse tema da violência política de gênero no Brasil, né em 2024. Bom boa tarde
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