
Participante percebeu receio dos entrevistados em responder sobre crime organizado por medo de comprometer a imagem da empresa.
A Participante destaca que a imprevisibilidade e a falta de controle sobre as respostas e o tempo de fontes externas influenciam diretamente o viés e o resultado final do trabalho jornalístico.
A Participante observa uma divergência entre a comunicação institucional da Câmara, focada em parlamentares, e a mídia geral, destacando como o partidarismo influencia a apresentação dos debates legislativos.
O objetivo da participante foi analisar como a mídia retrata temas políticos e como diferentes fontes convergem para resultados semelhantes, independentemente de suas orientações partidárias.
A Participante, estudante de economia na UFC, apresentou o projeto "Bancada Delas", um vídeo que analisa como a mídia e jornalistas da Câmara retratam organizações criminosas, abordando impactos, prevenção e entrevistas com parlamentares e profissionais da comunicação.
Araújo de Souza, eu sou egressa de ciências do estado da UFMG, fui presidente do Centro Acadêmico de Ciências do Estado, compus a Fenecap em 2019, e queria começar a minha fala saudando e dizendo do tamanho da felicidade de ver esse momento representado aqui por esse projeto de lei de regulamentação do campo de públicas, principalmente pela perspectiva de ampliação da nossa capacidade de atuação profissional, então isso muito me me alegra, e quero trazer pouco da história do curso de ciências do estado que é único no nosso país é curso pioneiro, que nasceu em 2008, fruto do Reuni, curso que lutou muito ao longo de sua trajetória pra se consolidar e pra expandir, inclusive pra em determinado momento da sua história não se equiparar ao curso de administração pública pra que com isso ele deixasse de existir. Então eu trago aqui apontamento e apelo que pode parecer simples mas que ao mesmo tempo me parece não se restringir ao meu curso e sim a realidade de outros cursos, que é o da nomenclatura. Quando eu li aqui né o projeto de lei, e vejo o termo congênere, é termo que me preocupa, porque quando a gente for falar da realidade de concurso público, como que ciências do estado vai ser tratado? Ela vai ser tratada por congênere? Outros cursos vão ser tratado por congênere? Isso vai fazer com que a gente tenha garantia de participar assim como gestor público? O Igor disse do orgulho que ele tem de ser gestor público, eu tenho muito orgulho de ser cientista do estado, e eu gostaria muito que essa segurança e que essa representatividade de campo que é tão multidisciplinar pudesse estar colocada também do ponto de vista formal pra que todos nós possamos estar em pé de igualdade, muito obrigada.
Participante questiona sobre a digitalização e melhorias na contratação de serviços públicos, destacando a necessidade de reajuste salarial para professores antes de investir em tecnologia nas escolas. Sugere que a tecnologia deve ir além de dispositivos e incluir acesso a novas oportunidades educacionais.
Se meio salário mínimo incluso em valor alimentação, seria diferente para vale. Ainda não aconteceu. (Participante)
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