
Participante abordou situação Fundação Brasileira de Teatro, apontando agravamento de 1996 a 2013 durante intervenção judicial. Mencionou questões como certidões, prestação de contas, leilão e tombamento, aludindo a responsabilidade do Distrito Federal e do Ministério Público. También discutiu sobre o estatuto e patrimônio histórico do Dulcina de Moraes, assim como denúncias de irregularidades e ausência de ação do Ministério Público.
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