
Cirurgia de moles costuma ser realizada por dermatologista ou cirurgião plástico, com baixo custo e alta necessidade no SUS. O carcinoma de base celular tem alto risco de recidiva e dificuldade em definir limite de ressecção. A cirurgia de mão permite exame imediato da margem, previne mutilações e problemas estéticos graves, especialmente no carcinoma de base celular. Ausência de método imediato de anatomia patológica pode levar a reabordagem cirúrgica e ciclos viciosos.
Câncer hereditário representa 6-7% dos casos, restante relacionado a fatores de risco ambientais e lifestyle. Esses fatores podem se somar e causar inflamação crônica, aumentando risco de câncer. Controle de câncer envolve evitar fatores de risco, mas nem sempre garante prevenção. Estilo de vida saudável reduz risco, mas não o elimina completamente.
Oncologista releva ligação entre nutrição e doenças, como câncer e cardiovasculares. Hábitos alimentares podem alterar genética, mecanismo chamado epigenético. Sugere mudança cultural em alimentação como prevensão, considerando sobrepeso, obesidade e má alimentação como tratamento. Destaca importância de dieta saudável, ingestão de bebida alcoólica moderada, e exercícios regulares.
Oncologista elogia Marlene por iniciativa inédita, deseja força e saúde para continuar projetos incríveis. Ele se considera privilegiado por participar de discussões e incentiva profissionais de saúde a engajarem-se em projetos sociais. Felicita Marlene pela aprovação de lei, desejando que se torne realidade e faça diferença no país.
Oncologista alerta sobre homens ocultando sintomas de saúde, especialmente os relacionados ao aparelho urinário. Destaca importância da observação da parceira no acompanhamento do homem em relação a mudanças no seu comportamento e rotinas diárias. Sua preocupação aumenta quando pacientes do sexo masculino vêm ao consultório repetidamente, sozinhos, pois suspeita que estão escondendo informações relevantes.
Oncologista: principal causa do câncer de próstata é genética, com fator socioeconômico; Afrodescendentes têm risco maior e devem começar rastreamento aos 40 anos; atenção à genética é prioridade, especialmente em países como o Brasil. Alerta à generalização de dados baseados no hemisfério norte.
Oncologista e membro do Comitê Científico do Instituto Lado a Lado pela Vida discute acesso desigual a saúde no Brasil, emphasizando necessity of equitable resource allocation and rastreamento for populations with high risk of prostate cancer, particularly those of African descent. He highlights the need for better management of resources and implementation of effective screening programs for cancer, including prostate cancer.
Médico oncologista e membro do Comitê Científico do Instituto Lado a Lado pela Vida sauda, elogia ação contra câncer, destaca importância de acesso à saúde para homens, além de prevenir câncer de próstata, cuidar de doenças cardiovasculares e metabólicas. Recomenda exames de rastreamento aos 40 anos e propõe revitalizar programa nacional de saúde do homem. Surpreende falta de conhecimento de médicos sobre exames de rastreamento.
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