
Bom dia a todos todas e Todges, é orgulho muito grande pra Iuri a gente ter essa oportunidade de compor a sessão solene, né num num dia alusivo à luta contra a AIDS, e principalmente né, em segmento a essa agenda, abordar o tema de HIVAids no mundo do trabalho. Eu acredito que, o tema do HIVAids ele é tema que ele é transversal a muitas áreas de políticas programas, e acho que a gente tendo agora né a organização internacional do trabalho essa oportunidade de dialogar sobre o tema com os movimentos nacionais de luta contra a AIDS como a gente está fazendo aqui de compor 1 reunião técnica de tirar grupo técnico de trabalho permanente, a gente não só avançar no tema, mas a gente fazer a incidência e o advocase político necessário para que a gente consiga promover melhores condições de trabalho, ambiente de trabalho saudável inclusivo para trabalhadores e trabalhadoras que vivem com hivids. Então é importante posicionar que essa não é 1 agenda só de combate ao estigma e discriminação no mundo do trabalho, mas também que a gente consiga pensar em quais abordagens são necessárias, quais políticas precisam ser fomentadas, não só políticas públicas relacionadas à saúde mas também no mundo do trabalho, né fazer todo trabalho que a gente vai a partir daqui né, Eu sempre tenho conversado com colegas né das Nações Unidas, do governo que esse aqui é o marco 0 de 1 ampla agenda que a gente está construindo, 1 agenda que vai refletir em melhoria das condições de vida para as pessoas que vivem com Muitas vezes a gente falava, a pessoa que vive com HIVAids ela tem tratamento, né, mas ela come tratamento né, geração de renda, emprego, né, qualidade de vida então eu acho que a gente posiciona né, essa agenda de de de abordagem né em relação ao HIVAs, com as organizações de empregadores, com as organizações de trabalhadores e com o governo, os 3 constituintes da OIT, né a OIT é 1 organização tripartite, nós não fazemos trabalho sem envolver os constituintes, mas a gente precisa considerar aspecto precípuo em relação ao movimento nacional de luta contra AIDS. Antes de qualquer atividade que a gente que a gente precise fazer, a gente precisa dialogar com os movimentos nacionais de luta contra a gente precisa dialogar com o NAIS, a gente precisa dialogar com o DATI que é que são né os atores chados que estão né liderando todo o processo de fomento de políticas e programas disseminação relacionada ao HIV Aids. Gostaria também de posicionar, que a OIT ela está a gente a nossa ideia aqui não é olhar reducionista, estamos trabalhando 1 ação alusiva ao dia mundial de luta contra a AIDS e o dia mundial acabou e a gente termina aqui, não. A nossa ideia é que a gente tire grupo técnico ampliado para discutir aspectos de 1 agenda de trabalho contínua, né? Nós precisamos trabalhar o tema do HIV AIDS durante todo o ano, né? E que ele entre como marco também do dezembro vermelho, né? A gente tem dezembro vermelho que muitas vezes ele é 15 dias vermelho? 12 dias vermelho? 10 dias vermelho? Até quando vai o fôlego das agendas é das atividades? Então eu acho que a gente precisa né olhar pra esses pra esses marcos, e também pensar 1 forma de trabalhar que ela seja dilatada nos outros meses, que a gente tenha atividades de trabalho, que a gente tenha atividades relacionadas né a datas estratégicas, agendas estratégicas do NAIS, a OIT principalmente que né liderando essa agenda de HIVAIs do mundo do trabalho, e também reconhecendo que, a gente não pode é, a partir desse momento, seguir pra pra 1 agenda ampliada sem ferramentas de gestão do conhecimento, sem ferramentas para que a gente consiga fazer, advocase, incidência política, então é passo né importante foi a reimpressão das cartilhas com a recomendação dos ventos, lembro que lá atrás né quando eu muito jovem cito né na nas primeiras na na no primeiro boom aí da rede de jovens, eu vi ela pequenininha vermelhinha e nunca mais foi vista, né então a gente sabe que tem toda 1 questão da sustentabilidade, dos materiais, pra que a gente consiga né tornar né, o nosso consumo e que ele seja consumo mais consciente, considerando as mudanças do clima, mas a gente não pode perder de vista que pra fazer incidência, pra fazer advocacia, a gente precisa de materiais físicos, a cartilha ela ela vai ser não só 1 1 abordagem de entregar esse material né que inclusive ele vai ele é material que ele vai ser entregue para os movimentos que a gente precisa posicionar os movimentos nacionais de luta contra eles nesse nessa resposta de HIVI do mundo do trabalho. E aí acho importante destacar também que como vai ser material impresso, a gente precisa pensar qual estratégia de disseminação? Qual estratégia que a gente vai construir com o movimento social pra que a gente fortale fortale se advocase e consiga trabalhar durante todo o ano, né? Tem outros elementos que a gente vai trabalhar também como o curso os cursos online de testagem de HIV, no mundo de trabalho que a gente vai fazer todo trabalho com DAT, pra que a gente consiga né conciliar as iniciativas da OIT só pra reforçar né, os cursos da que a gente vai trazer tem outro que a gente vai vai vai apresentar também sobre diversidade e inclusão LGBTQIA mais no mundo do trabalho, porque são questões que estão relacionadas. A gente vai fazer todo esse trabalho com DAT, mas é importante reconhecer que a ideia é dar ferramentas, ferramentas de trabalho pra 1 agenda de advocacy, ferramentas de trabalho pra 1 agenda política. Eu vou encerrar a minha fala aqui na reunião técnica eu vou trazer outros elementos, queria agradecer muitíssimo a a presença de todas todos e todos, e dizer que como oficial de projeto do OIT e já fiz parte do movimento social, já fiz parte do governo e agora estou como Nações Unidas como OIT, Eu tenho muito orgulho de poder contribuir também significativamente nesse nessa nesse chapéu que eu estou agora, obrigado.
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