
Deputada, boa bom dia a todas todos, meus cumprimentos a todos os movimentos sociais que estão aqui, em especial registrando aqui a presença da minhas colegas, de do movimento nacional das cidadãs positivas, Gina Hermann e Silvia Almeida. Bom, mais dia de luta contra a AIDS, e mais 1 vez o BNCP, dando visibilidade às vulnerabilidades e às especificidade das mulheres e hibiais. Evidenciando, que as mulher que a epidemia envolve sim elementos multifatoriais que transcendem as dimensões biomédicas, não é? Visto o que tem sido falado pela deputada, e por outras pessoas aqui, são 10000 mortes né, e 33000 novos cassos. Então mais do que nunca, políticas intersetoriais se fazem necessárias. Em 2002, realizávamos 1 audiência pública nesta casa. E pra dar visibilidade, pra dar visibilidade à invisibilidade da AIDS e mulheres né? E o DATI acolheu a demanda, na época e, e começamos a realizar reuniões reuniões mensais durante ano, todo o ano de 2022, o MSP se reuniu junto ao DATI, junto a outros movimentos, desculpa, altos movimentos sociais, e organismos internacionais, e altas secretarias, secretarias das mulheres, secretarias de adolescentes e jovens, e também os organismo né comum e as enfim, organismos internacionais. E desses encontros tivemos como produto, as diretrizes e estratégias para o plano de enfrentamento da CSTs em mulheres em maior vulnerabilidade, ou seja, e já existia plano de enfrentamento à feminização chamado na época construído em 2007, posteriormente revisado em 2009, e ainda em 2010 ele foi monitorado. Mas ele não foi né não nesse monitoramento civil que ele não foi, não alcançou os estados o município, os municípios principalmente, que é onde tudo acontece. Então, a gente fez 1 reconstrução e anexamos aqui ou protocolamos documento das diretrizes e estratégias, e agora temos que avançar para as ações e as metas para esse plano de enfrentamento. Porque se esse plano ele for implementado nos estados e municípios, os problemas das mulheres, para o HIV e das mulheres com HIV, eles estarão solucionados porque ele, ele é muito redondo né ele envolve sim, vários várias vulnerabilidades né e várias populações de mulheres que ainda as ações não chegam, né? Então assim, respeitado esse plano ele respeita as vulnerabilidades a integralidade das ações, a as especificidades. É importante salientar que apesar das mulheres serem menor número de de infecções, na cascata de cuidados são as mulheres em torno de 44 por 100, que chegam tardiamente aos serviços, são as mulheres que demoram mais para terem o diagnóstico, são as mulheres que também têm menos retenção no serviço de saúde, a adesão, e ainda são as mulheres com menos que demoram mais para supressão viral. Então estes dados evidenciam que a desigualdade de gênero é como essa desigualdade atua nesses números não é? Então senhoras e senhores, nós precisamos avançar nesse plano de enfrentamento, para que as mulheres tenham oportunidade de não se infectar, e para que as mulheres que já estão infectadas, que já vivem com o HIV, tenha a oportunidade de viver 1 vida plena, né? 1 vida que permita que elas possam vivenciar sua sexualidade, os seus direitos sexuais, os seus direitos reprodutivos, de 1 forma plena. E sim, e aí eu não sei se é utopia, não sei, mas precisamos avançar, eu acho que é nesse plano, eu eu acredito muito que, implementar o plano de enfrentamento a CSTs, para mulheres em maior vulnerabilidade, ele vai ser grande avanço na resposta à epidemia em mulheres. E e por fim disser que o MST está atento às questões, femininas em todos os seus ciclos de vida, perguntar aqui a deputada também como é que está esse encaminhamento né, nós já entregamos as diretrizes, em que patamar está, esse projeto para que a gente consiga avançar, né dentro da casa, e, e que a gente consiga ter né as mulheres em todo o seu ciclo de vida, de 1 forma feliz plena vivenciando a sua a sua saúde de 1 forma integral. Compartilho pra findar mesmo aqui, né que pra nós também, que a Cleo trouxe da Corajá, nós também estamos para a Corajá. Obrigada.
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