Rodrigo Pinheiro

Rodrigo Pinheiro

Representante da Articulação Nacional de Luta Contra a Aids – ANAIDS

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02 de dez, 10:46

PLENÁRIO

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Bom bom dia a todas pessoas. Primeiramente agradecer à deputada Erca Cocais, que sempre foi muito parceira, nas solicitações da da da sensação solene e sempre, ela já está na agenda dela de colocar a na programação de solicitar a sessão solene e muitos mais 1 vez obrigado deputada. Agradecer também ao OIT que foi parceira, financiando vários ativistas de vários movimentos aqui pra poder estar participando, pra poder ter esse momento de fala aqui. Eu acho que isso é muito importante também, o Diego principalmente que teve essa parceria. E eu queria começar, com 1 provocação sobre a questão do dezembro vermelho. A gente tem 1 lei, inclusive a deputada, é 1 das autoras dessa lei, que a gente fala do dezembro vermelho do meio sensibilização, conscientização e defretamento da luta contra a AIDS. Só que a gente começa nossas ações em novembro. Sempre na última semana de novembro, chega no primeiro de dezembro ou está no meio está no final das ações. O primeiro de dezembro ele tem que ser marco de iniciar todas as ações e a gente ocupar o dezembro vermelho com todas as ações, né. Tirar essas ações que está na última semana de novembro, e a gente o primeiro de dezembro ser marco pra iniciar e a gente ir até o 20 de dezembro desenvolvendo nossas ações e ocupar o dezembro vermelho. Nós temos trabalho de apresentar essa proposta desse projeto de email, a deputada na época, abraçou, junto com outro parlamentar, Paulo Teixeira e Jean Willians, foi aprovado mas a gente precisa dar mais visibilidade na questão do do dezembro, acho que o ano que vem, principalmente a questão do do governo e inclusive a maioria parte do movimento social ainda da, elas se realizam no mês de dezembro, mas assim, as parte da gestão principalmente, todas as ações está já fizeram semana passada, eu acho que a gente teria que ocupar bastante isso. Outro ponto que eu queria estar tocando aqui com vocês é a questão do Brasil saudável. Ele é 1 proposta de fundamental importância né, pra gente poder trabalhar a questão dos determinantes sociais, perfeitamente de várias patologias eu acho que aí nesse ponto que eu quero deixar claro. E a questão de de a gente colocar aqui, o DART não tem que estar assumindo a a questão dessa proposta do do do Brasil saudável, isso é 1 responsabilidade da secretaria geral da presidência. Ela está locado o Brasil saudável dentro da secretaria geral da presidência. O DART assumindo isso, ele está invisibilizando, todas as patologias que está apumentada ali, porque ele tem que tomar conta de toda aquelas outras. Haja visto, que a Aids, em 2 anos de gestão, o que que de impacto esses 2 anos a gente viu aqui no enfrentamento da epidemia de Aids? Não vimos nada. A Aids, deputada, nas outras sessões sonenes aqui, tinha vários do departamento aqui de Aids aqui assistindo a sessão solene. Cara, hoje só está o Jair, deixava o Jair aqui sozinho. Nem o Arthur ficou. Olha como que a Aids, de escutar a questão do movimento social, gente. A Aids está deixando de ter essa visibilidade dentro do próprio DART, sabe? Aí é 1 coisa que não dá pra mais aceitar, 2 anos de gestão. Eu e aí eu chego nesses 2 anos de gestão, a gente falando de recursos para a sociedade civil. Cara, soltou hoje o edital, teve edital meia boca no final do ano passado, de comunicação, e agora está soltando segundo ano, soltando hoje, pra executar no terceiro ano de gestão. Em 4 anos, vamos ter edital pra sociedade civil? E a gente como sociedade civil também estamos procurando, trabalhando recursos pra poder alimentar a a Udade e pra poder fazer esses repasses de recursos pra sociedade civil. Esse recurso que a deputada falou, do fundo dos direitos difuso, foi 1 articulação nossa. Que a gente fazendo no Serra Rodeu, junto com o Ministério da da da Justiça, chamamos a a deputado pra fazer essa solicitação tal, tem 1 proposta na pro Tati de apresentar o projeto, que isso tem que ser passado pelo Ministério da Saúde. Não sei quando que esse projeto vai ser apresentado lá pra pra ser na conta do Ministério da Justiça, pra poder acessar esse recurso e poder fazer esse repasse pra sociedade civil, né? A Vanessa trouxe a questão e outra também a questão de inclusão de novos medicamentos, acho que a discussão de medicamentos em âmbito de educação está demorando muito aqui no Brasil, mas muito mesmo, tá? Pra gente poder ter medicamentos de educação incorporado aqui, né? A questão do orçamento né, o orçamento de 2025, eu quero também aqui saudar a secretaria de relações institucionais que tem sido muito parceira nessa questão da gente conseguir ter o incremento de recursos pra pra pro departamento, vai puDAT, inclusive ter o incremento de recursos também pra poder ser repassado pra sociedade civil. A CRI tem sido parceiro muito importante em relação a isso daí. E 1 outra questão que eu queria chamar atenção, acho que o Beto vai concordar comigo isso. Questão do MPOX Beto, ninguém comentou do MPOX. Ninguém comenta. E o MPOX, gente, mais de 90 pessoas das pessoas que foram a óbito por causa do mpoxi, era pessoas vivendo com HIV Aids. Cadê essa vacina? Pra gente poder priorizar as pessoas vivendo com HIV Aids, mais de 90 pessoas que foram a óbito, de hipóteses, era pessoas vivendo com HIV Aids. Então, cadê essa vacina? Pra gente poder trabalhar sensibilização, que é 1 outra dificuldade que a gente vai ter, pros pras pessoas tendo essa disponibilização e tomar a vacina. EEA minha última parte da fala é o informe. A deputada ela trouxe a questão de 1 lei, de projeto de lei, da questão de trabalhar a questão de prevenção nas escola. Deputada ECA, em São Paulo há 2 semanas a gente conseguiu aprovar projeto de lei pra trabalhar a prevenção nas escola, projeto que foi 1 iniciativa do ForaESP, construído a 4 mãos com com as com as áreas temáticas da Secretaria Estadual de Saúde, tuberculose e artes hepatistas, representou esse projeto de lei 2017, e conseguimos a sua aprovação agora, agora estão se esperando fazendo a pressão pro governador assinar, mas assim a gente consegue né, 1 1 pressão social, 1 sensibilização e trabalhando com essa questão de prevenção, a gente conseguiu aprovar dentro da Unesp, que a gente sabe né que é espaço bastante conservador, mas teve entendimento da importância da proposta desse projeto. Obrigado.

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