Caio Coimbra

Caio Coimbra

Subscretário - SEAPA-MG

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06 de dez, 12:27

COMISSÃO DE AGRICULTURA, PECUÁRIA, ABASTECIMENTO E DESENVOLVIMENTO RURAL

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Deputado José Silva muito obrigado pela oportunidade de estar aqui falando, deputado que é guerreiro do agro de Minas, todos que eu converso, o José Silva é considerado aquela pessoa que trabalha 24 horas por dia. Se tivesse mais horas trabalhava mais né Zé? Então o comprimento, muito obrigado por estar, falando aqui nesse plenário. O José Silva Júnior, tive o prazer de conhecer, e já estenda o o Zé Neto né que é 1 gracinha a gente, vê ele nas redes sociais do avô, a Rosilene. Das nossa mesa aqui começar pelo Fernando, o Bandenilson, a Ana da Embrapa, professor Fabiano Magueiras junto conosco aí, a batalha pelo queijo em Minas. Nosso presidente Otávio Maia, amigo pessoal. O Zé foi presidente da Emater, Zé, hoje a Emater conhece muito bem, mas hoje Emater está muito bem obrigado. A gente vê que frota renovada, equipamento de ponta, todo extensionista da Emater está muito satisfeito como está hoje então, acho que você como expresidente também tem que ter orgulho do atual né? E, ontem a gente comemorou a Emater, o dia do extensionista 76 anos, e aproveitamos e também comemoramos 76 anos da Emater Minas. Ontem eu comentei que antes de tudo o extensionista é psicólogo, porque muitas vezes Cleison, presidente aí, EMATDF, passando no estado no momento, nós sintase cumprimentada. Ele ouve o produtor rural, ele ouve o produtor desabafar e muitas vezes ele ajuda na parte psicológica, Gelcio Bortolini. E com isso consegue também além da parte técnica, fazer com que ele ande, com que o trabalho seja muito bem feito. Temos aqui também, em relação à secretaria de agricultura, eu falo aqui em nome do governador Romeu Zema, do nosso vicegovernador professor Mateus, que vem fazendo grande trabalho em Minas. Esse trabalho do queijo, onde o José Silva falou aqui principalmente reconhecido como patrimônio imaterial da humanidade, ele traz pra gente grande compromisso. É muito bom, traz possibilidades de agregação de valor de geração de emprego e renda, mas também professor Fabiana e deputado José Silva a gente, traz compromisso de aumentar a regularização desses produtores. Hoje segundo a Emater na safra agroindústria, nós temos apenas 8 por 100 regularizados, tem alguns gargalos que a gente precisa enfrentar de frente pra quem sabe a gente inverter esse número aí nos próximos 2 anos, onde que 92 por 100 estejam regularizados e que tenham tenham acesso ao mercado, fazendo com que aumente o seu lucro, aumente o padrão e a qualidade de vida e com isso aumente aí o IDH que é isso que a gente quer, a gente trabalha pra aquele pequeno, ele se torne maior, se torne médio, quem sabe se torne grande e isso traz qualidade de vida pra população e prosperidade, que é isso que o governo de Minas quer. Em relação diga sim ao sim, deputado José Silva, é 1 das nossas metas pra ajudar a regularizar esses produtores. O sistema de inspeção municipal, ele traz pra próximo do produtor rural, do produtor de queijo, das agroindústrias de pequeno porte, ele traz a possibilidade, de melhor entendimento, quem melhor entende aquele produtor de quem do que quem está perto dele ao longo do dia a dia, né? Então o sistema de despesa municipal e o trabalho diga sim ao sim, é projeto onde o Cosude, que é o consórcio sudeste, fez 1 meta, pactou 1 meta de até o final de 2026, 50 por 100 dos municípios pertencentes ao Cosude, terem o sistema de inspeção municipal, seja de forma individualizada ou consórcio, pra quê? Que aquela pequena agroindústria, aquela pequena queijaria, ela esteja regularizada, ela esteja apresentável ao mercado, e que com isso, ele possa vender pro município, se tivermos em forma de consórcio, para que eles possam vender, para o os municípios que façam, façam parte daquele consórcio. E se, esse sistema de inspeção municipal, de forma consoriada ou individual, tiver equivalência ao SISB, que é o sistema de expressão brasileiro, ele possa vender pra todo o Brasil. Vocês têm a dimensão do que é isso pessoal? Do que daquele, do acesso ao mercado? Eu tenho exemplo que eu gosto de falar, ano passado eu dei 1 palestra pra associação mineira de municípios. Nessa associação mineira de municípios Zé, eu eu passei dado que tinha 1 agroindústria, 1 queijaria que ela tinha 4 colaboradores, e vendia 1 quantidade x, produzir 1 quantidade x de queijos. Com 3 anos, quando houve a equivalência, a regularização equivalência e ela teve acesso ao sistema de inspeção brasileira, ao CISB, ela cresceu de 4 para 28 funcionários, ou seja, 7 vezes. E a produção daquela agroindústria, passou de X pra 10 X. Ela cresceu 10 vezes mais. Hoje, se tornou 1 potência em nível nacional, e 1 e a assistência técnica que tinha ali da Emater, fez com que ela se tornar 1 potência. E a gente tem dado que é muito interessante, até amigo meu, hoje trabalho do BMG que ele gosta de falar que é do Eliseu Alves, que trabalhou na Embrapa há muitos anos, né? Fala o seguinte, que cerca de 2 terços da das propriedades brasileiras não geram salário bruto de renda. Quando você estratifica o motivo aí pelo qual não geram, a gente vê que parte deles, cerca aí de 28 por 100 é a falta de assistência técnica, extensão rural, cerca de 64 por 100 é a tecnologia, ou seja, somado dá 92 por 100 ausência tecnologia de assistência técnica que elas se encontram, e 8 por 100 apenas fala que é a questão de terra, ou seja, se você dá a terra, 1 família que hoje não tem, mas não der assistência técnica e tecnologia, você estaria tirando a pobreza por exemplo da cidade, e levando a pobreza para o campo. Isso mostra a importância da assistência técnica e da extensão rural para o desenvolvimento de 1 sociedade. Falando ainda mais sobre as questões da agroindústria de pequeno porte, hoje nós estamos trabalhando dentro da secretária de agricultura, dentro do governo de Minas Gerais, com a parte disruptiva, 1 metodologia utilizada muito pelo governo da Austrália, e pelos países que compõem a OCDE. O que que essa metodologia chama análise de impacto regulatório? Para toda a legislação criada no estado de Minas de agora em diante, a gente tem que fazer Gelson, análise de impacto regulatório. Significa que a gente tem que ver o impacto social, o impacto econômico, o impacto ambiental, porque muitas vezes, mesmo com a gente com boa intenção, quer fazer 1 1 lei, mas chega ela a não ser tão aplicável a quem necessita aos nossos clientes finais, é o produtor rural, seja ele pequeno, médio, grande porte, mas a gente fala mais aqui do pequeno, do pequeno e da agricultura familiar porque são os que mais precisam da mão do estado. A gente cria 1 lei, e às vezes ela é tiro no pé, a gente não consegue o efeito que a gente pretendeu. Então com a análise de impacto regulatório, a gente avalia as questões econômicas, social e ambiental, antes de fazer essa lei. EEA gente está fazendo isso hoje pra agroindústria de pequeno porte, é o primeiro trabalho que nós estamos fazendo, fazendo no governo de Minas 1, trabalho disruptivo, onde que nós estamos avaliando a nossa legislação, tanto no nível de de estado, quanto às normativas internas. Porque hoje, a gente precisa dar à luz para aqueles que não têm registro, que é aqueles que não têm acesso ao mercado, e para que eles tenham acesso ao recurso, ao emprego, gerar emprego, gerar renda e ter recurso, aumentando a sua, capilaridade de venda. Nós estamos fazendo trabalho, chegando nos finais aqui, pra gente cumprir o nosso tempo também. Trabalho por exemplo, de trazer a aquicultura que hoje está no IEF Instituto Estadual de florestas, para a CEAPA, que é o cadastro, ou seja, pra bovinos, pra suínos, pra aves, a o cadastro desses produtores já estão dentro da do sistema agricultura. Por que que só a agricultura não está? Acuicultura hoje com pouco com pouco espaço de terra, e com técnica, principalmente aí, deputado José Silva, com a assistência técnica da Emater a gente consegue colocar 1 renda muito interessante na pro pequeno produtor rural. E hoje, esse cadastro vindo pro sistema agricultura, pra CEAPA, a gente traz o pequeno produtor rural foi mais próximo de nós. Então é outro trabalho disruptivo que a gente está fazendo, que a gente considera, que até 2026 aqui a gente quer entregar isso para o produtor rural. É meu tempo acabou finalizando aqui, para não termos muito mais o que falar. Eu agradeço muito essa oportunidade de estar aqui, essa plateia toda sintase cumprimentada, conte aqui, quem é de Minas Gerais, com o sistema agricultura Emater, IMA e PAMIG, nós somos como CEAPA a parte que gerencia tudo isso, a política pública e essa subsecretaria nossa está à disposição de vocês. Muito obrigado mais 1 vez deputado, abraço a todos.

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