
A atriz e fundadora do Movimento Organizado de Travestis e Transexuais no Brasil compartilhou sua experiência sobre um convite para desfilar no carnaval, destacando a importância da representação e respeito em sua chegada ao evento.
A atriz e fundadora do Movimento Organizado de Travestis e Transexuais no Brasil expressou sua felicidade em participar da discussão sobre políticas públicas, lembrando sua trajetória desde 1979, quando foi a primeira travesti condenada por vadiagem. Destacou a importância de dados sobre a população trans negra e a luta coletiva das travestis e negras. Enfatizou a continuidade da luta por políticas inclusivas e a necessidade de união, mas ressaltou que cada um tem seu próprio papel na luta. Concluiu mencionando um encontro histórico com a ministra dos Direitos da Igualdade Racial para cobrar políticas públicas que considerem a transgeneridade.
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