
Professora da FGV discutiu desigualdades políticas, focando em mulheres e pessoas negras. Mencionou que questões de propaganda eleitoral surgiram de reclamações de mulheres em partidos. Também abordou dificuldades de acesso à propaganda e a necessidade de transparência nos gastos com publicidade. Não houve estudo sobre propaganda na internet nesta pesquisa, mas é um campo relevante e central para discussões futuras.
A PROFESSORA DA FGV destaca a importância do diálogo com mulheres na política, reconhecendo desafios da desigualdade social e a predominância da masculinidade branca. Ela enfatiza a necessidade de visibilidade para candidaturas femininas e negras na propaganda eleitoral, ressaltando a divisão sexual do trabalho como um obstáculo. A professora também menciona a preocupação com a falta de acesso a dados e a necessidade de transparência na propaganda pública, defendendo que a responsabilidade deve acompanhar a autonomia. Por fim, ela reconhece que a pesquisa atual não abrange a propaganda na internet, um aspecto crucial no debate atual.
Professoras da FGV observou aumento no descumprimento de distribuição de tempo em propaganda eleitoral para mulheres e candidatos negros em cargos de deputado estadual e federal em SP. Análise interseccional mostrou deficiência no cumprimento das regras, especialmente para mulheres negras. Dados serão usados para verificar conformidade com a ação determinada pelo TSE.
A PROFESSORA DA FGV discutiu a distribuição desigual de tempo de propaganda eleitoral para deputados federais e estaduais em São Paulo, destacando o descumprimento das cotas de gênero e raça. Quase 40% dos partidos não respeitaram o tempo destinado a mulheres e 66,67% descumpriram para candidatos negros. A situação é mais grave para mulheres negras, que receberam apenas 9% do tempo de propaganda. A análise considera também as diretrizes do Legislativo e do TSE. A professora está aberta a perguntas e ao debate.
Professora da FGV fala sobre desafios na operacionalização de parâmetros jurídicos para propaganda eleitoral gratuita, com foco em diferenças de gênero e raça na TV durante horário nobre e inserções. aborda lacunas de distribuição e fiscalização, falta de transparência e autorregulação. Cita leis e resoluções relacionadas à proporcionalidade de tempo de propaganda para mulheres e pessoas negras.
A PROFESSORA DA FGV expressou felicidade em participar de uma discussão virtual sobre propaganda eleitoral gratuita, abordando desafios na operacionalização de parâmetros jurídicos do tema nas eleições de 2022, focando especialmente em questões de gênero e raça. A apresentação detalhou tipos de propaganda, a importância da divulgação igualitária e as lacunas na regulamentação e fiscalização, além de discutir a proporcionalidade de recursos e tempo para candidaturas de mulheres e pessoas negras. A professora também mencionou a falta de transparência e os problemas na aplicação das regras, assim como as respostas do TSE sobre fiscalização e sanções.
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