
O Diretor-executivo do Observatório da Democracia no Parlamento do Mercosul abordou a possibilidade de Trump disputar as eleições, destacando a baixa popularidade do presidente Petro e sua falta de possibilidade de reeleição. Ele mencionou divisões na oposição colombiana e a tentativa frustrada de uma reunião sobre migração com os Estados Unidos. A segurança foi enfatizada como um dos principais desafios enfrentados pelos governos da região, com a necessidade urgente de os estados se prepararem melhor para lidar com esse problema, citando exemplos como o Equador e as eleições municipais brasileiras.
O Diretor-executivo do Observatório da Democracia no Parlamento do Mercosul comentou sobre a influência dos Estados Unidos em processos eleitorais na América Latina, destacando a necessidade de assistência técnica para países em desenvolvimento, como o Haiti. Ele mencionou a observação eleitoral pela OEA e os desafios, incluindo a segurança e a violência política, citando casos recentes no Brasil, Equador e México. Também abordou a importância das eleições na Bolívia e as reformas eleitorais em outros países da região, ressaltando a representação feminina na política e a complexidade do sistema eleitoral brasileiro.
O Diretor-executivo do Observatório da Democracia no Parlamento do Mercosul destacou que integridade e participação eleitoral são conceitos distintos, exemplificando com os casos do Chile e da Bolívia. Ele mencionou que, apesar do voto obrigatório na Bolívia, a alta taxa de votos nulos e brancos indica que a obrigatoriedade não garante integridade. Também abordou a crescente judicialização das eleições na América Latina e a influência externa nas campanhas eleitorais, especialmente através das redes sociais. Em relação a partidos políticos, ele comentou sobre a resiliência das democracias e a personalização das candidaturas, citando exemplos de países como Argentina e México. Por fim, enfatizou a importância de inovações e reformas para a aceitação dos governantes e o papel questionável das pesquisas de opinião nas eleições.
O Diretor-executivo do Observatório da Democracia no Parlamento do Mercosul destacou a importância da observação eleitoral na América Latina, mencionando tendências dos últimos anos, como vitórias divididas e dificuldades de governabilidade. Ele apontou a polarização ideológica crescente, a fragmentação partidária e a reeleição em alguns países, além de analisar o contexto das eleições em 2024 e a resiliência democrática, mesmo com desafios como a violência e a desconfiança nas instituições. Enfatizou a necessidade de inovações políticas e o impacto do apoio à democracia na região.
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