
Participante destaca que as mudanças climáticas são o maior desafio da humanidade, afetando desigualmente comunidades vulneráveis, especialmente as periféricas e rurais. Estas têm desenvolvido estratégias de adaptação em resposta aos impactos. A adaptação deve ser priorizada e acompanhada de políticas públicas e recursos adequados, respeitando o conhecimento local. Critica a centralização dos financiamentos, como o Fundo Amazônia, que favorece grandes projetos em vez de pequenas comunidades. Defende o fundo casa como um modelo descentralizado e inclusivo, enfatizando a importância da autonomia das comunidades. Aponta a necessidade de novos mecanismos financeiros e de uma abordagem participativa para enfrentar a desigualdade climática e garantir que todos se beneficiem.
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