
Saudações ao evento e à mesa. Sou ribeirinha do Amapá, onde enfrentamos exploração por energia, mineração e desmatamento, mas ainda temos 70% do território preservado. A COP traz a discussão sobre mudanças climáticas, mas falta representatividade e inclusão de comunidades afetadas. Proponho transparência e participação ativa dos povos tradicionais nas decisões. É necessário um diálogo com parlamentares para interromper processos prejudiciais, como a exploração na Foz do Amazonas. A ativação da OIT para consulta aos povos tradicionais também é fundamental. Precisamos ouvir e considerar as especificidades da Amazônia, reconhecendo sua diversidade de comunidades. Essa é minha contribuição. Obrigada.
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