
A Vencedora do Prêmio do Concurso de Obras Visuais da Região Sudeste destacou a importância de contar a história de uma mulher preta de 70 anos, abordando a violência contra a mulher e o etarismo. Ela enfatizou que a violência não tem rosto, focando na protagonista como símbolo de esperança. A diretora ressaltou a relevância do cinema como veículo cultural e social, mencionou a necessidade de mais distribuição para curtas-metragens e pediu apoio para incluir esses filmes nas salas de cinema. Agradeceu pela oportunidade de visibilidade e refletiu sobre suas experiências como mulher negra de periferia.
A Vencedora do Prêmio do Concurso de Obras Visuais da Região Sudeste compartilhou sua conexão com a região sudeste e nordeste, destacando a influência de um roteirista do Maranhão. Ela mencionou uma história impactante sobre uma mulher pedindo socorro e a reação de quem estava presente, enfatizando seu descontentamento com a situação e como isso motivou o roteiro.
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