
A Juíza do Tribunal de Justiça do Ceará e Integrante do Movimento Nacional pela Paridade no Judiciário destacou a importância da paridade no Judiciário e o papel dos coletivos na luta por igualdade de gênero e raça. Ela compartilhou sua experiência como mulher negra no Judiciário, enfatizando a necessidade de mais representação feminina e racial. Apontou dados alarmantes sobre a sub-representatividade de mulheres e pessoas negras na magistratura e propôs uma emenda constitucional para garantir a paridade. Finalizou agradecendo às mulheres que abriram caminho e reafirmando a importância de dar voz àquelas que não podem se fazer presentes.
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