
O Diretor do Departamento de Florestas do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima abordou a revisão do Plano Navegê, destacando a integração de iniciativas de restauração no Brasil e a importância de catalisar recursos para programas de conservação. Ele mencionou o Restauro Amazônia como uma iniciativa chave, ressaltando editais para unidades de conservação e florestas produtivas. Também falou sobre a colaboração com outros ministérios e futuros editais para terras indígenas, enfatizando o fortalecimento da agenda indígena e a relevância do Plano Navegê em trazer financiamento e promover o desenvolvimento rural.
O Diretor do Departamento de Florestas do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima mencionou a revisão do plano clima e a criação de planos setoriais, destacando desafios enfrentados desde 2017, como engajamento de proprietários rurais e financiamento. Ele apontou avanços em restauração florestal, metodologias e participação da sociedade civil, ressaltando a importância de decodificar o plano para facilitar a compreensão e implementação. Enfatizou a necessidade de mobilização dos proprietários de terra, a complexidade do diálogo ambiental e os desafios operacionais das organizações envolvidas, além da importância de profissionalização e transparência para garantir confiança em investigações e doações.
O Diretor do Departamento de Florestas do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima abordou a importância da restauração florestal como uma oportunidade para investimentos sustentáveis, destacando a relevância do manejo integrado de fogo e diversas metodologias de restauração, incluindo a produtiva.
O Diretor do Departamento de Florestas do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima destacou a importância do Código Florestal em interligar questões climáticas, biodiversidade e insegurança alimentar. Ele apresentou o Plano Avelga, enfatizando sua revisitação e atualizações, e reforçou a participação da sociedade civil na sua elaboração. O plano busca restaurar 12 milhões de hectares, integrando políticas existentes e promovendo a restauração de forma inclusiva. Também abordou a necessidade de inovação e financiamento na recuperação ambiental, ressaltando a governança colaborativa através da CONAVEG, para garantir a efetividade das ações de restauração florestal no Brasil.
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